A mídia divulgou nos principais jornais a análise da
agência mundial de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) que
rebaixou a nota de crédito do Brasil. Em seis meses, o país desceu mais de dois
degraus na garantia que oferece aos credores, para arcar de forma fiel o
pagamento de suas dívidas. A situação econômica social do Brasil perante o
mundo inteiro é realmente de triste posicionamento. Neste momento, os órgãos
internacionais revelam que no ranking econômico e social o Brasil baixou ainda
mais sua presença diante de todas as nações, se revelando um país com uma
situação regressiva no seu desenvolvimento. A crise política foi apontada como
um dos principais fatores que comprometem a imagem do Brasil no risco do
chamado “grau de investimento”. É notório, como o governo da presidente Dilma
Rousseff, no dia a dia vem se revelando incapaz e deficiente colocando a nossa
comunidade em posicionamento irregular e revela o subdesenvolvimento que o país
vem sofrendo, o que é um dado triste para a vida de todos os brasileiros.
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Aumentos aterrorizam os brasileiros
A situação econômica financeira do Brasil vem
revelando, através de dados que estão sendo divulgados em todos os jornais, que
dia a dia a chamada “carestia” de vida tem aumentado. A queda da nossa situação
financeira está resultando em sérios problemas para o povo, como o aumento de
diversos produtos, que fazem parte da existência dos brasileiros. Hoje, as
pessoas que visitarem as feiras, supermercados e outros estabelecimentos que
vendem produtos populares, irão perceber a diferença nas tabelas dos preços. O
aumento é uma dura realidade e está gerando revolta e protestos em vários
setores da população. Em São Paulo, tem havido perigosos protestos, devido
aumento da tarifa do transporte coletivo. No momento, a população está
inquieta, pois as deficiências do governo federal crescem e repercutem em todos
os setores da vida econômica brasileira, trazendo insegurança e mal-estar para
a população. Estamos convencidos que os problemas econômicos que estão sendo
apontados em todos os jornais vão provocar, no país, um ambiente de
generalizada revolta, favorecendo o necessário afastamento da Presidente Dilma
Rousseff do governo com o chamado “Impeachment”, em pleno andamento no
Congresso Nacional.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
O retrocesso do governo do PT
Quando o PT ganhou as eleições com Lula e posteriormente
com a Dilma Rousseff, nesse período, grande parte da população brasileira foi
na realidade ludibriada, por essas duas lideranças, que passaram a imagem que
todos os problemas do Brasil iriam desaparecer e uma nova fase deveria
acontecer em nossa pátria. Os eleitores achavam mesmo que Dilma, logo após a
sua posse, iria enfrentar e solucionar uma série de questões, que há anos e
anos estavam atormentando o povo brasileiro. Por razões, aliás, compreensíveis,
dadas a sua complexidade. As palavras da candidata Dilma eram mágicas, no
entanto mentirosas e levava o povo à certeza que o nosso país conseguiria superar
todos os grandes embates que existiam na vida governamental. Hoje, verificamos,
a Presidente Dilma conseguiu um novo mandato, graças às mentiras que proclamou na
sua campanha política. A realidade está aparecendo aos olhos de todos, de
maneira tão grave, que o Brasil no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento
Humano - IDH perdeu posições e ficou em situação inferiorizada perante outros
países. Segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a variação média
anual do produto interno bruto (PIB) brasileiro, entre os anos de 2011 e 2015, teve
crescimento de 1%, a média mundial foi de 3,2% e os países emergentes chegaram
ao número de 5,1%. A comparação do crescimento do PIB brasileiro com o resto do
mundo evidência a tragédia da gestão do atual governo. No dia a dia, essa
situação é clara na vida dos brasileiros, que estão sendo vítimas, do aumento
do custo de vida, da diminuição do poder de compra, do desemprego, dos
escândalos políticos, desvios de dinheiro público e outras falhas que levam ao
colapso administrativo.
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Aumento de preços preocupa a população
O
Brasil vive hoje um momento de grande crise que repercute em todos os setores
da vida econômica, administrativa, social e também na vida familiar.
Estamos
passando por uma fase difícil, na qual, o aumento dos preços em diversos
segmentos, principalmente nos produtos alimentícios transformou-se em algo que
cria dificuldades para as pessoas se realizarem no dia a dia da sua existência.
Por
esse motivo, há necessidade de haver esforço ativo por parte das lideranças
para vencer essas dificuldades, que são fruto de atitudes do atual governo.
A
atual administração governamental está dominada por tendências autocráticas,
além disso, pouco razoável e irresponsável que estão atormentando o povo
brasileiro.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Crise é resultado de falhas na Administração Pública
Hoje, infelizmente, o povo
atravessa uma crise que tem suas razões, o comportamento do Governo Federal. E
em especial da chefe da Administração Pública do País, a presidente Dilma
Rousseff. A situação em todo o território nacional é de inquietação, preocupação
e condenação de governantes. Todos enxergam o andamento das coisas públicas
como um desdobramento de regras falhas e sobre tudo de realizações negativas. A
agitação, acima de tudo, está recaindo nos setores da própria Administração
Pública. Em Brasília, temos um triste exemplo desse episódio no País, as greves
se multiplicam na capital e as manifestações públicas contra a Presidente da
República estão acontecendo de diversas maneiras, seja na forma de panelaço,
por manifestações de movimentos populares, através de denúncias públicas,
divulgadas nos jornais de todas as espécies e em todas as áreas da vida
brasileira. Estamos passando por uma época de crise, devido às deficiências do
Governo Federal. Há uma onda no País contra a Presidente Dilma, o que é perfeitamente
justificável, devido às falhas governamentais que recai negativamente na vida
do povo brasileiro.
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Movimento suprapartidário pró-impeachment está fortalecido no Congresso Nacional
Atualmente, estamos vivendo um momento político de grandes realizações no país, e também de preocupações generalizadas.
Na realidade, o governo da presidente Dilma Rousseff vem provocando uma série de desastres administrativos e econômicos que estão levando o país para uma situação realmente perigosa no tocante da sua estabilidade socioeconômica, aliás, as Organizações Internacionais rebaixaram o Brasil, dentro do ambiente financeiro mundial, pois a situação é realmente de grandes dificuldades e sérias falhas governamentais.
Por essas razões, o movimento em favor do impeachment e do afastamento da Presidente Dilma Rousseff das suas funções vem se desenvolvendo com muita ênfase dentro do Congresso Nacional e nos diversos setores da vida do país, onde os clamores populares são muito fortes e contrários à Presidente da República.
A atual situação faz acreditar que esse final de ano será de grande movimentação e debates a respeito da proposta do impeachment que está praticamente pronta e tem como figura principal o antigo petista Dr. Hélio Bicudo, jurista ilustre, foi deputado pelo Partido dos Trabalhadores e representa nessa hora, com sua respeitabilidade, o ponto de referência do movimento a favor do impeachment.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Copa sem maior entusiasmo
No momento em que o país
está submisso às disputas futebolísticas da Copa do Mundo no Brasil, é
interessante verificar três aspectos da movimentação popular brasileira.
Há, indiscutivelmente, um
grupo de pessoas revoltadas com o grande acontecimento esportivo, levando os
seus protestos à presidência da República, cuja titular, Dilma Rousseff, foi
estrondosamente vaiada no início das atividades desportivas. E a vaia foi de
pessoas de todas as camadas da população, desde os trabalhadores à classe mais
alta.
Também é de se indicar que
muitos protestos continuam ocorrendo, apesar dos veículos de comunicação não
registrarem tais fatos.
Por outro lado, há também
uma corrente de pessoas que acompanha com interesse os jogos internacionais e,
no contato com os estrangeiros, felizmente demonstra um espírito de respeito e
até mesmo de boa convivência, o que é bom para o país.
Mas há de se destacar,
ainda, a camada de nossa população que, a nosso ver, não desperta, hoje, em
relação às copas anteriormente realizadas no
Brasil e no exterior, um maior interesse ou participação no passado.
O que verificamos, hoje, é uma
larga faixa da população que acompanha sem interesse e, às vezes, até mesmo com
omissão, os acontecimentos que deveriam provocar entre nós uma satisfação
maior.
Tal ocorrência negativa
busca suas raízes nas atitudes do governo que fez gastos e despesas desnecessárias
para o grande evento. Promoveu construções, às vezes confusas quanto as suas
finalidades no futuro, e as deficiências das áreas que foram objeto de atuação
da engenharia nacional.
Não há um aeroporto, no
Brasil, que não tenha sido vítima de alteração nas suas antigas construções e a
maioria deles apresenta condições inacabadas em muitas das metas anteriormente
planejadas.
É de se lamentar, portanto,
que esta Copa, que poderia representar um feito comemorativo do futebol
brasileiro, através das construções especializadas para o evento e, logicamente, através
da plena satisfação do nosso povo, tornou-se um espetáculo mal observado por
muitos e fruto de indignação para vários brasileiros.
A torcida pela vitória do
Brasil não está sendo como no passado e são poucas bandeirolas verde e amarela espalhadas
em nossas ruas, ao contrário das Copas anteriores.
Por mais que se esforce a
Senhora Presidenta, para esconder as falhas governamentais, são justas e
aceitáveis as vaias que vem recebendo, das quais tem procurado fugir.
sexta-feira, 21 de março de 2014
A preparação para Copa do Mundo
Os brasileiros estão preocupados com a realização da Copa do Mundo que reunirá, no país, seleções do futebol mundial. O Brasil assumiu uma série de compromissos, não só perante aos órgãos internacionais das respectivas áreas, como também com o povo brasileiro, que de forma interessada acompanha as obras para a realização dos importantes jogos da competição mundial.
Se as condições para a realização da Copa no Brasil não se desenvolverem, pelo menos de forma razoável, no tocante à melhoria esperada nos nossos aeroportos, as providências turísticas, dentre outras, para o recebimento dos milhares de visitantes, iremos dar a todos os povos que acompanharem o evento, uma demonstração de ineficiência, de falta de planejamento e de respeito para com a comunidade internacional.
Infelizmente, o governo da presidente Dilma Rousseff, pelo que se vê em vários pontos do país, não está desenvolvendo os seus trabalhos específicos para fazer face a esta grande tarefa para receber o esporte planetário.
Aliás, o governo federal, nesses últimos tempos, vem revelando uma desarticulação clara em sua equipe, com deficiências sérias e desentendimentos políticos, sobretudo entre parlamentares, para levar à frente as suas metas anunciadas com tanto exagero.
Os nossos órgãos são de fundamental importância para que as falhas governamentais e o atraso das obras consigam ser superados através de um esforço sério e capacitado, para que a Copa seja um evento como todos brasileiros desejam e de plena demonstração do nosso vigor e da nossa qualificação, no país amante do futebol.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Os “Rolezinhos” e a Crise na Ordem Pública
Verifica-se no país, através dos meios de comunicação, que se desenvolve uma série de manifestações contrárias ao poder público, tendo como alvo principal, indiscutivelmente, o Governo Federal e, logicamente, o seu principal titular, a atual presidenta da República, Dilma Rousseff. É curioso que essas manifestações que ferem a ordem pública se desenvolvem, hoje, de uma forma específica mostrando, assim, a insatisfação de novas áreas sociais que até então não se revelavam no país.
As conhecidas agitações populares, ocorridas no meio do ano passado, alcançaram diversas comunidades urbanas de expressão, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, entre outras localidades. Agora, começam a ocorrer outros tipos de insatisfações que ameaçam a tranquilidade urbana. Duas áreas revelam novas tendências de protestos contra o Governo Federal, embora as movimentações, por enquanto, aparentemente sejam localizadas em um ou outro estado brasileiro.
Os jovens estão saindo às ruas com duras reclamações contra a administração educacional e as decisões autocráticas do MEC e ainda se reúnem de forma desconhecida, até então, nos grandes shoppings de algumas cidades brasileiras. Isso acontece através do chamado “Rolezinho”, que perturba os meios comerciais e tende a se espalhar pelo país. É um acontecimento novo que mostra certa conscientização da juventude, que, se valendo das tecnologias modernas se comunica num processo de protestos e de reuniões, assumindo demonstrações com substância contestatória.
Se nas ruas ocorrem tais fatos preocupantes, tendem a vir à tona, em termos bem perigosos, as agitações, decorrentes dos maus tratos nas penitenciárias do Maranhão, que nada mais são do que a explosão da revolta que, infelizmente, em termos menos violentos, vem ocorrendo e tem existência em várias redes penitenciárias do país. E é de se registrar que até há pouco tempo o problema dos presídios brasileiros não possuía a visibilidade que hoje alcançou. Graças, porém, à conhecida presença de figuras expressivas dos governos petistas, vinculadas ao processo do “mensalão”, há certa atração para as penitenciárias brasileiras sob os seus mais variados rótulos de penalidade.
A situação dos presídios maranhenses, que reflete com maior expressão os aspectos negativos, ocorridos em São Paulo e no Rio de Janeiro, constitui uma questão ou um tema de administração pública e repercussão governamental, que não pode desmerecer a atenção e o interesse do poder público. Não é só o tumulto das cadeias com lideranças criminosas ativas nas suas articulações e ameaças, mas é, sobretudo, a falta de uma política penitenciária séria que o Governo Federal deveria estabelecer em todo o país, procurando se articular com os governos estaduais, como implicitamente quer as normas básicas da Constituição Brasileira.
Apesar da gravidade do fato, o que se colhe das notícias governamentais não são as medidas necessárias para superar a crise, mas apenas jargões políticos e ameaças do Governo contra a autonomia dos estados quando, na realidade, a questão não é só estadual, mas, sobretudo federal, por várias razões. Primeiro, que os estados necessitam de meios financeiros que o centralismo de Brasília há muito não leva a sério. E segundo, que a complexidade do quadro exige um enfrentamento de bases científico-sociais, com um planejamento amplo para o país de uma série de medidas a serem concretizadas. Há tempos, em contato com dirigentes penitenciários em Tóquio, no Japão, quando fui Secretário de Estado do Interior e Justiça de Minas Gerais, ouvi dos mesmos uma tese sobre o assunto que precisa ser um dos itens de reflexão. Segundo as autoridades japonesas, a questão básica da vida penitenciária se localiza na qualificação dos guardas, isto é, do profissional que mantém a ordem carcerária e sabe das suas obrigações e deveres diante do detento criminoso.
Em nosso país, pelo que se vê, essa temática é pouco mencionada e os rosários das lamentações dos familiares dos presos se multiplicam. Verifica-se, assim, que a ineficiência do Governo Federal diante da manutenção da ordem jurídica neste setor tende a se agravar. Fica claro que a burocracia poderosa, mas nefasta, que se alarga pelo país, cuida mais de si própria, com as inspirações do mensalão, do que com suas obrigações funcionais para enfrentar duros problemas.
Está claro aos olhos de qualquer pessoa de bom senso que o país vive hoje um ambiente de crise na ordem jurídica. Crescem os riscos de insegurança e cada vez mais o Governo ilude o povo com o palavrório saído das TVs e dos jornais. Mas a população já começa a perceber que não passam de mentiras bem planejadas, sem os efeitos anunciados e prometidos.
As conhecidas agitações populares, ocorridas no meio do ano passado, alcançaram diversas comunidades urbanas de expressão, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, entre outras localidades. Agora, começam a ocorrer outros tipos de insatisfações que ameaçam a tranquilidade urbana. Duas áreas revelam novas tendências de protestos contra o Governo Federal, embora as movimentações, por enquanto, aparentemente sejam localizadas em um ou outro estado brasileiro.
Os jovens estão saindo às ruas com duras reclamações contra a administração educacional e as decisões autocráticas do MEC e ainda se reúnem de forma desconhecida, até então, nos grandes shoppings de algumas cidades brasileiras. Isso acontece através do chamado “Rolezinho”, que perturba os meios comerciais e tende a se espalhar pelo país. É um acontecimento novo que mostra certa conscientização da juventude, que, se valendo das tecnologias modernas se comunica num processo de protestos e de reuniões, assumindo demonstrações com substância contestatória.
Se nas ruas ocorrem tais fatos preocupantes, tendem a vir à tona, em termos bem perigosos, as agitações, decorrentes dos maus tratos nas penitenciárias do Maranhão, que nada mais são do que a explosão da revolta que, infelizmente, em termos menos violentos, vem ocorrendo e tem existência em várias redes penitenciárias do país. E é de se registrar que até há pouco tempo o problema dos presídios brasileiros não possuía a visibilidade que hoje alcançou. Graças, porém, à conhecida presença de figuras expressivas dos governos petistas, vinculadas ao processo do “mensalão”, há certa atração para as penitenciárias brasileiras sob os seus mais variados rótulos de penalidade.
A situação dos presídios maranhenses, que reflete com maior expressão os aspectos negativos, ocorridos em São Paulo e no Rio de Janeiro, constitui uma questão ou um tema de administração pública e repercussão governamental, que não pode desmerecer a atenção e o interesse do poder público. Não é só o tumulto das cadeias com lideranças criminosas ativas nas suas articulações e ameaças, mas é, sobretudo, a falta de uma política penitenciária séria que o Governo Federal deveria estabelecer em todo o país, procurando se articular com os governos estaduais, como implicitamente quer as normas básicas da Constituição Brasileira.
Apesar da gravidade do fato, o que se colhe das notícias governamentais não são as medidas necessárias para superar a crise, mas apenas jargões políticos e ameaças do Governo contra a autonomia dos estados quando, na realidade, a questão não é só estadual, mas, sobretudo federal, por várias razões. Primeiro, que os estados necessitam de meios financeiros que o centralismo de Brasília há muito não leva a sério. E segundo, que a complexidade do quadro exige um enfrentamento de bases científico-sociais, com um planejamento amplo para o país de uma série de medidas a serem concretizadas. Há tempos, em contato com dirigentes penitenciários em Tóquio, no Japão, quando fui Secretário de Estado do Interior e Justiça de Minas Gerais, ouvi dos mesmos uma tese sobre o assunto que precisa ser um dos itens de reflexão. Segundo as autoridades japonesas, a questão básica da vida penitenciária se localiza na qualificação dos guardas, isto é, do profissional que mantém a ordem carcerária e sabe das suas obrigações e deveres diante do detento criminoso.
Em nosso país, pelo que se vê, essa temática é pouco mencionada e os rosários das lamentações dos familiares dos presos se multiplicam. Verifica-se, assim, que a ineficiência do Governo Federal diante da manutenção da ordem jurídica neste setor tende a se agravar. Fica claro que a burocracia poderosa, mas nefasta, que se alarga pelo país, cuida mais de si própria, com as inspirações do mensalão, do que com suas obrigações funcionais para enfrentar duros problemas.
Está claro aos olhos de qualquer pessoa de bom senso que o país vive hoje um ambiente de crise na ordem jurídica. Crescem os riscos de insegurança e cada vez mais o Governo ilude o povo com o palavrório saído das TVs e dos jornais. Mas a população já começa a perceber que não passam de mentiras bem planejadas, sem os efeitos anunciados e prometidos.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Análise da política brasileira
A situação política hoje no Brasil tem vários componentes diferentes do passado, apresentando um cenário que nos parece intranquilo, instável e impróprio para o equilíbrio nacional. Não se veem hoje, maiores preocupações com os direitos constitucionais, havendo um desequilíbrio entre os Poderes da República o que provoca sérias inquietações, sendo de se temer consequências negativas para o povo.
O Parlamento, que é à base do sistema democrático, em qualquer parte do mundo, com seus defeitos ou qualidades, reúne aqueles que foram escolhidos pela população como expressão da sua representatividade.
Todavia, as forças autocráticas, seja de substância política ou reflexos dos grupos econômicos dominantes, ou fruto de incompreensões dos veículos de comunicação, crescem dia-a-dia, influindo na opinião pública e desvirtuando os fatos, chegando mesmo a incentivar atitudes contra a Constituição e as leis.
Há necessidade das lideranças democráticas, nem sempre vinculadas ao governo federal, promoverem um esforço eficiente em favor da pregação constitucional, prestigiando o texto da Carta Magna na sua essência e nas suas diretrizes em favor da democracia. Os conflitos entre os Poderes da República e, estranhamente, o desrespeito às normas constitucionais por parte do Judiciário submisso a pressões demagógicas, provocam uma generalizada insegurança pública.
Infelizmente, não tem havido no país uma resistência ao noticiário dirigido coordenadamente pelos veículos de comunicação, influenciados pelo poder público e pelos grupos econômicos de um modo geral, o que provoca a formulação de cenários sociais desvirtuados da realidade.
Hoje no Brasil há um elenco de problemas que podem ser assim enumerados:
- Presidencialismo autocrático sofrendo pressões da corrupção;
- Tributos exagerados dificultando a vida empresarial;
- Transportes deficientes levando o povo à agitação popular;
- Saúde deficitária no atendimento ao povo;
- Educação submissa à burocracia, negando a autonomia universitária;
- Custo de vida atingindo as camadas sociais desprotegidas;
- Na área institucional a grave crise dos Poderes da República;
- A federação inexistente;
- A polícia e a segurança desarticulada;
- A burocracia maldosa e os direitos individuais renegados ante às deficiências judiciais e à máquina burocrática.
Mais é preciso assinalar que a base principalmente da mola autocrática são as chamadas Medidas Provisórias, que anulam o Parlamento e dão facetas ditatoriais ao Poder Executivo. Daí a necessidade de uma ampla reforma constitucional.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
A influência estrangeira na identidade cultural brasileira
Num País com as nossas condições sociais, a defesa da cultura com seus valores próprios e os modos de agir do povo constituem o imperativo político governamental de que não se pode afastar. No Brasil, em nosso tempo, são poderosas as influências da globalização no sentido de submeter à vida cultural às exigências das forças internacionalizantes.
Sob os aspectos econômico e político, o problema está sob debates plenamente conhecidos e bem amplos perante a opinião pública. Os aspectos psicossociais da cultura, a sua própria substância, enfrentam, a nosso ver, pressões externas que não podemos desconhecer, como a atuação de certos países, especialmente da indústria norte-americana, e de outros países de maior desenvolvimento do exterior, que pretendem dominar nossa cultura para se beneficiar política e economicamente.
Primeiro, a língua falada no Brasil, depois, as artes, de um modo geral, e, particularmente, a música vêm sofrendo uma eficiente agressão do exterior, principalmente dos setores culturais norte-americanos.
Não tem havido por parte dos órgãos governamentais um planeja¬mento efetivo e uma convocação generalizada em favor da Língua Pátria, que tem recebido permanentemente dois tipos de agressões: de um lado a importação demasiada de vocábulos estrangeiros, sobretudo o inglês norte-americano, e um certo afrouxamento na proteção que deve haver para com as nossas tradicionais regras de linguagem.
É tão grave a infiltração dos vocábulos norte-americanos entre nós que, dentro do próprio Parlamento, apesar de justos protestos, se incluem nos textos da lei termos ianques com a maior tranquilidade, como se fossem vocábulos já inseridos em nossa existência linguística.
Em um País com as dimensões do Brasil, onde ocorre a presença de termos regionais e modos de falar de forma diferenciada, a presença da terminologia estrangeira representa um risco para a identidade brasileira, o que provocará graves dificuldades para a própria comunicação sob a linguagem nacional. Também é muito séria a questão das indecisões e desentendimentos gramaticais quanto à regra do escrever e mesmo do falar, entre certos autores e até professores, divergindo dos nossos dicionários clássicos e da gramática tradicional. Tal atitude poderá também resultar em danos seriíssimos aos meios comunicativos do País, com reflexos até mesmo na vida social, econômica e política.
A cultura nacional precisa, como ocorre em outros países, alcançar o respeito expressivo para com o nosso modo de escrever, de falar a língua portuguesa, e de nos comunicarmos em qualquer veículo de informação.
Essa significativa exigência, que tem um caráter sociológico, há de se ligar a outra, como a do conhecimento da História Pátria, em que norte-americanos são exemplos magníficos, quando exigem, na salas de aula das escolas correspondentes ao nosso Ensino Fundamental e Médio, uma memorização profunda da História do seu País. Sabem muito bem eles que a Língua e a História são peças fundamentais para a formação efetiva de uma cultura, para manter os valores da nacionalidade e para fortalecer o País no conceito internacional.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Antidemocrática
Embora anteriormente favorável à
reeleição presidencial, hoje estou convencido de que é altamente prejudicial ao
processo democrático. O sistema presidencialista nos Estados Unidos permite a
reeleição, mas o chefe do poder executivo possui limitações expressas que
impedem as tendências ditatoriais existentes nos países sul-americanos, como
ocorre no Brasil.
Entre nós, as Medidas Provisórias
são um atentado à democracia na forma como são executadas com suas infrações
contra o legislativo. Na América do Norte o presidente nem pode propor projetos
de lei e muito menos apresentar PEC's como acontece entre nós. Ora, se no
Brasil o presidente possui tais atribuições, em quatro anos torna-se imbatível
no pleito da reeleição sem nos referirmos a gigantesca burocracia, apagando a
autonomia dos estados e municípios.
Além disso, os partidos são
fracos e não contêm meios eficientes para contraporem-se à força presidencial
que se estende na área pública e privada com suas técnicas financeiras e
tributárias. Quer dizer, o presidencialismo norte-americano pode se dar ao luxo
da reeleição devido as limitações do poder executivo, mas na América do Sul,
especialmente no Brasil, a reeleição é um instrumento autoritário contrário às
práticas democráticas, fortalecendo excessivamente o executivo.
Por outro lado, a tradição
brasileira nos seus períodos republicanos nunca admitiu a reeleição e, até
mesmo os governos militares no Brasil não admitiam a reeleição dos generais
presidentes. Somente na ditadura de Vargas é que se prorrogou seu titular por
15 anos.
A proposta do Senador Aécio Neves
de implantar o mandato de 5 anos para a
presidência da República sem reeleição, é uma tese democrática que se ajusta ao
cenário sul-americano e resgata a tradição brasileira que, pelo seus grandes
líderes do passado, sempre temeram a reeleição presidencial vendo nela um risco
para o aperfeiçoamento democrático.
Na realidade o país necessita de
uma reforma constitucional bem extensa que recupere as melhores técnicas da
separação dos poderes em face da inferioridade que ocorre hoje com o poder
legislativo e, ainda, em decorrência da expansão dos dispositivos
constitucionais que substituem indevidamente a legislação ordinária e
complementar, quer no setor econômico, social e administrativo. Manter a
reeleição que facilita o mandato presidencial de 8 anos com as atuais mazelas
da Carta Magna, especialmente as Medidas Provisórias, representa um incentivo
ao desgaste da Democracia.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
A questão do meio ambiente no Brasil
A
ecologia, o meio ambiente, os problemas de defesa planetária constituem hoje
questões básicas para qualquer Governo porque se desdobram em consequências que
alcançam a própria sobrevivência humana.
No
Brasil, esse tema necessita de uma preocupação que venha se transformar em
medidas práticas não só pelo tamanho do território, pela presença da Amazônia,
mas ainda pelo potencial de nossas águas e pela significação de nossas
florestas, além de outros itens.
Indiscutivelmente,
a criação de serviços administrativos, como o Ministério, e a elaboração da
legislação adequada representam avanços que precisam continuar a ocorrer em
face da grande responsabilidade do país nessa área de preocupação mundial. A
responsabilidade em face do problema ecológico há de estar presente não apenas
nos governos, mas em toda a sociedade, e, dentro desta, na Universidade, nas
escolas de modo geral, nas empresas particulares e em todos os tipos de associações, para que se consiga preservar o meio ambiente e promover o chamado
desenvolvimento sustentável.
Através
da educação ambiental é que se conseguirá a consciência coletiva capaz de
corresponder aos gravíssimos reclamos da realidade ecológica de nosso País e do
planeta.
Em face
dos problemas acima citados, impõe-se aos poderes públicos planejamentos
adequados para a ocupação do espaço brasileiro abandonado, fixação de metas
nacionais claras para a recuperação dos bolsões populacionais de pobreza e dinamização
da promoção social do homem brasileiro com a
ajuda da sociedade.
A crise do abandono dos espaços
brasileiros nas regiões do Oeste e mesmo nas áreas amazônicas, além de outras
partes do nosso país, poderá ser suplantada com a criação de Territórios
Constitucionais e a instituição de serviços federais específicos, articulados
com planejamento das unidades federadas, para a construção de povoamentos e
colônias com programas sócio-rurais eficientemente implantados.
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