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quinta-feira, 17 de março de 2016

Dilma ignora apelo popular contra a corrupção e nomeia investigado à Ministro da Casa Civil

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou o convite da presidente Dilma Rousseff e agora passa ser o novo Ministro da Casa Civil. Essa manobra é dada pelo Partido dos Trabalhadores como uma importante carta tirada da manga para impedir a abertura do processo de Impeachment, já dado como certo diante do clamor popular. No último domingo, 13, foi registrado um ato histórico em prol da democracia, com número de participantes que superou as manifestações das Diretas Já em 1984, seis milhões de brasileiros, de Norte a Sul do país, vestiram as cores da bandeira brasileira e saíram às ruas em protesto para pedir o Impeachment de Dilma e a possível prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As denúncias de corrupção contra o ex-presidente Lula são graves, os brasileiros querem uma explicação e cobram o fim da ineficiência do governo que resultou nessa crise política e econômica rebaixando o nosso país à fama de mal pagador. Dilma blindou Lula que deixa de ser investigado pelo Ministério Público e foge do julgamento em primeira Instância, pois tem processo. Essa nomeação de Lula para a Casa Civil apresenta três contradições: a primeira, aquele que é o criador da Presidenta vira criatura dela, tornando-se agora subordinado a sua antiga pupila, Dilma Rousseff. Geralmente, o homem público que tem prerrogativas especiais para ser julgado pelo STF, foge desta corte e busca a primeira instância, no caso, Lula procurou o inverso e fugiu da primeira instância para ser julgado pelo STF. Por último, é de esclarecer quando alguém é denunciado judicialmente, o acusado busca o apoio de pessoas que podem melhorar a sua situação e se afastam daquelas que aumentam os riscos da sua condenação. A Presidente Dilma está se aproximando daquele que é repudiado por maioria do povo.

quinta-feira, 10 de março de 2016

As ruas, em 13 de março, serão tomadas em prol do Impeachment de Dilma

O Brasil está assistindo nestes últimos dias, o crescimento da grave crise política que vem atormentando todos os brasileiros. Os pontos fundamentais desses episódios que envergonham o país são os escândalos e a corrupção do Partido dos Trabalhadores e do envolvimento do Governo de Dilma Rousseff. Neste instante, se destacam os fatos ocorridos na semana passada, no qual a Polícia Federal fez ação coercitiva contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por esse ter negado comparecer para prestar esclarecimentos sobre as informações que a justiça estava exigindo. O ex-presidente só prestou depoimento aos órgãos judiciários, após ser escoltado. Indiscutivelmente, essa detenção de Lula repercutiu em todo o país, não só, com o grupo daqueles que aplaudiram essa iniciativa justa, legal e legítima, como também, perante aqueles que são radicalizados e apaixonados por essa figura política. Esses grupos ligados a esquerda não estão levando em conta os interesses do povo e tão pouco estão preocupados com a grave crise que estamos enfrentando. Portanto, devo dizer, nesta semana, que os veículos de comunicação revelaram fatos políticos de alta gravidade que vêm repercutindo de modo geral e estão provocando manifestações públicas contra o governo da presidente Dilma Rousseff, que de maneira crescente está perdendo a sua autoridade perante o país. Segundo dados divulgados pelo Instituto Datafolha, em fevereiro deste ano, a reprovação ao governo Dilma Rousseff está em mais de 60%. Já a rejeição do ex-presidente Lula atingiu 61% como foi revelado pela empresa Ibope. Os descontentamentos da população perante a atual gestão estão indicados nos índices das pesquisas que revelam a ineficiência da atual Gestão Administrativa, que vem provocando um forte movimento, não só no Congresso Nacional mas, sobretudo, na opinião pública que enxerga como única saída o “Impeachment”. Esse anseio popular está organizado e ganhando influencia, pois no próximo domingo, 13, as pessoas estarão nas ruas em uma grande manifestação para pedir a mudança de governo, a população está repudiando a atual administração e espera com certeza, a abertura do “Impeachmente o afastamento da presidente Dilma Rousseff do poder.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Dilma usa os problemas de Lula para desviar atenção do Impeachment

 É interessante que a presidente Dilma com toda a sua equipe vem realizando uma série de manobras políticas para tirar o foco do tema chamado “Impeachment” e para afastar o seu nome dessa questão que é fundamental e é o principal assunto na política atual. A turma da presidente Dilma Rousseff conseguiu através dos veículos de comunicação grande destaque para os fatos que envolvem o presidente da Casa Legislativa, Eduardo Cunha, visando com isso afastar o nome de Dilma do Impeachment. Essa manobra teve eficiência, pois de fato, a mídia passou a destacar Eduardo Cunha nos noticiários e foi divulgado com menor importância a abertura do processo do Impeachment, por influência da própria presidente Dilma. Esse grupo tem inspiração marxista e sabe atuar com essas manobras, inclusive, contra o ex-presidente. Os veículos de comunicação, por influência do Governo Federal estão trazendo para o palco, tudo que diz respeito ao ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, pois o grupo que rodeia a presidente Dilma está usando o seu companheiro para desviar a atenção do Impeachment, dando assim um novo encaminhamento para o noticiário político. As questões que envolvem o ex-presidente são graves e precisam ser devidamente apuradas, essa movimentação toda em torno do nome do Lula é uma manobra da presidente Dilma, para desviar a atenção do Impeachment para outra personalidade e dessa maneira fugir desse grave, relevante e significativo assunto que é o seu afastamento da presidência. Um novo governo é necessário, a nação precisa de respeito e o povo sonha com dias melhores.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

O retrocesso do governo do PT

Quando o PT ganhou as eleições com Lula e posteriormente com a Dilma Rousseff, nesse período, grande parte da população brasileira foi na realidade ludibriada, por essas duas lideranças, que passaram a imagem que todos os problemas do Brasil iriam desaparecer e uma nova fase deveria acontecer em nossa pátria. Os eleitores achavam mesmo que Dilma, logo após a sua posse, iria enfrentar e solucionar uma série de questões, que há anos e anos estavam atormentando o povo brasileiro. Por razões, aliás, compreensíveis, dadas a sua complexidade. As palavras da candidata Dilma eram mágicas, no entanto mentirosas e levava o povo à certeza que o nosso país conseguiria superar todos os grandes embates que existiam na vida governamental. Hoje, verificamos, a Presidente Dilma conseguiu um novo mandato, graças às mentiras que proclamou na sua campanha política. A realidade está aparecendo aos olhos de todos, de maneira tão grave, que o Brasil no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano - IDH perdeu posições e ficou em situação inferiorizada perante outros países. Segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a variação média anual do produto interno bruto (PIB) brasileiro, entre os anos de 2011 e 2015, teve crescimento de 1%, a média mundial foi de 3,2% e os países emergentes chegaram ao número de 5,1%. A comparação do crescimento do PIB brasileiro com o resto do mundo evidência a tragédia da gestão do atual governo. No dia a dia, essa situação é clara na vida dos brasileiros, que estão sendo vítimas, do aumento do custo de vida, da diminuição do poder de compra, do desemprego, dos escândalos políticos, desvios de dinheiro público e outras falhas que levam ao colapso administrativo. 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Os “Rolezinhos” e a Crise na Ordem Pública

Verifica-se no país, através dos meios de comunicação, que se desenvolve uma série de manifestações contrárias ao poder público, tendo como alvo principal, indiscutivelmente, o Governo Federal e, logicamente, o seu principal titular, a atual presidenta da República, Dilma Rousseff. É curioso que essas manifestações que ferem a ordem pública se desenvolvem, hoje, de uma forma específica mostrando, assim, a insatisfação de novas áreas sociais que até então não se revelavam no país.

As conhecidas agitações populares, ocorridas no meio do ano passado, alcançaram diversas comunidades urbanas de expressão, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, entre outras localidades. Agora, começam a ocorrer outros tipos de insatisfações que ameaçam a tranquilidade urbana. Duas áreas revelam novas tendências de protestos contra o Governo Federal, embora as movimentações, por enquanto, aparentemente sejam localizadas em um ou outro estado brasileiro.


Os jovens estão saindo às ruas com duras reclamações contra a administração educacional e as decisões autocráticas do MEC e ainda se reúnem de forma desconhecida, até então, nos grandes shoppings de algumas cidades brasileiras. Isso acontece através do chamado “Rolezinho”, que perturba os meios comerciais e tende a se espalhar pelo país. É um acontecimento novo que mostra certa conscientização da juventude, que, se valendo das tecnologias modernas se comunica num processo de protestos e de reuniões, assumindo demonstrações com substância contestatória.


Se nas ruas ocorrem tais fatos preocupantes, tendem a vir à tona, em termos bem perigosos, as agitações, decorrentes dos maus tratos nas penitenciárias do Maranhão, que nada mais são do que a explosão da revolta que, infelizmente, em termos menos violentos, vem ocorrendo e tem existência em várias redes penitenciárias do país. E é de se registrar que até há pouco tempo o problema dos presídios brasileiros não possuía a visibilidade que hoje alcançou. Graças, porém, à conhecida presença de figuras expressivas dos governos petistas, vinculadas ao processo do “mensalão”, há certa atração para as penitenciárias brasileiras sob os seus mais variados rótulos de penalidade.


A situação dos presídios maranhenses, que reflete com maior expressão os aspectos negativos, ocorridos em São Paulo e no Rio de Janeiro, constitui uma questão ou um tema de administração pública e repercussão governamental, que não pode desmerecer a atenção e o interesse do poder público. Não é só o tumulto das cadeias com lideranças criminosas ativas nas suas articulações e ameaças, mas é, sobretudo, a falta de uma política penitenciária séria que o Governo Federal deveria estabelecer em todo o país, procurando se articular com os governos estaduais, como implicitamente quer as normas básicas da Constituição Brasileira.


Apesar da gravidade do fato, o que se colhe das notícias governamentais não são as medidas necessárias para superar a crise, mas apenas jargões políticos e ameaças do Governo contra a autonomia dos estados quando, na realidade, a questão não é só estadual, mas, sobretudo federal, por várias razões. Primeiro, que os estados necessitam de meios financeiros que o centralismo de Brasília há muito não leva a sério. E segundo, que a complexidade do quadro exige um enfrentamento de bases científico-sociais, com um planejamento amplo para o país de uma série de medidas a serem concretizadas. Há tempos, em contato com dirigentes penitenciários em Tóquio, no Japão, quando fui Secretário de Estado do Interior e Justiça de Minas Gerais, ouvi dos mesmos uma tese sobre o assunto que precisa ser um dos itens de reflexão. Segundo as autoridades japonesas, a questão básica da vida penitenciária se localiza na qualificação dos guardas, isto é, do profissional que mantém a ordem carcerária e sabe das suas obrigações e deveres diante do detento criminoso.


Em nosso país, pelo que se vê, essa temática é pouco mencionada e os rosários das lamentações dos familiares dos presos se multiplicam. Verifica-se, assim, que a ineficiência do Governo Federal diante da manutenção da ordem jurídica neste setor tende a se agravar. Fica claro que a burocracia poderosa, mas nefasta, que se alarga pelo país, cuida mais de si própria, com as inspirações do mensalão, do que com suas obrigações funcionais para enfrentar duros problemas.


Está claro aos olhos de qualquer pessoa de bom senso que o país vive hoje um ambiente de crise na ordem jurídica. Crescem os riscos de insegurança e cada vez mais o Governo ilude o povo com o palavrório saído das TVs e dos jornais. Mas a população já começa a perceber que não passam de mentiras bem planejadas, sem os efeitos anunciados e prometidos.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Expectativas para 2014

O ano de 2013 terminou e, agora, a visão de todos nós está voltada para 2014. Na realidade, o mundo oferece uma série de transformações que são contínuas, ao contrário dos tempos históricos anteriores em que as transformações ocorriam de época em época. Agora há, assim, uma tendência a tudo ocorrer ao mesmo tempo e as sucessões são muito rápidas, de fatos em relação a outros fatos.
 
O que há de preocupante hoje no Brasil, na área política, são as deficiências do atual governo federal e de alguns governos estaduais. Em Minas, o governador Antonio Anastasia vem dando uma demonstração de esforço e seriedade em sua administração, que merece os nossos aplausos. Mas há estados brasileiros em que as crises se multiplicam como temos visto nos meios de comunicação.
 
No ao âmbito federal, verifica-se que as deficiências são muito expressivas e tristes para a população brasileira. A economia começa a dar demonstrações inquietantes. A área administrativa é dominada por uma burocracia nefasta e, sobretudo, inconsciente e fria às respostas que a população necessita. Por exemplo, na área da educação, o Ministério da Educação (MEC), absorve e centraliza toda a vida educacional do país, incluindo decisões básicas que deveriam ser descentralizadas.
 
O ideal seria que a educação brasileira fosse olhada dentro do espírito descentralizado, para que as diversas regiões fossem atendidas de acordo com suas peculiaridades e não através de posicionamentos generalizados, que afetam de uma forma uma região e de outra forma, outra região, dificultando muitas partes a alcançarem o seu progresso e desenvolvimento na área do ensino.
 
Também se verifica que os escândalos no campo financeiro se multiplicam em todas as áreas governamentais. Se o “Mensalão” é demonstração inequívoca dos males do atual governo, no tocante à moralidade publica, essa irregularidade nada mais é do que o desdobramento de muitas outras atividades, de certa forma criminosas, no tocante aos bens públicos, que vem ocorrendo em diversas partes do país.
 
Aliás, há pouco houve uma reportagem, bem extensa, em um jornal de expressão, que mostra obras inacabadas, com prejuízos enormes de ordem financeira e que se estendem em todo o país. Iniciadas no governo do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, mas inteiramente ignoradas pelo seu próprio governo, e que estão esquecidas e desconhecidas da atual administração.
 
Tudo isso revela que 2014 precisa ser realmente possuidor de novos horizontes. Que o Brasil venha melhorar, que aqueles que detêm hoje o poder, venham a se afastar do governo nacional, para que lideranças sadias, como Aécio Neves, possam dar ao país melhores dias para o seu povo e para sua gente. 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Os restos mortais de Jango

Após 37 anos, os restos mortais de João Goulart são levados de São Borja, no Rio Grande do Sul, para Brasília, debaixo de um cenário de grande publicidade, obedecendo a um ritual preparado pelo governo, com a presença de personalidades do ambiente oficial da presidenta e de alguns ex- presidentes.

É estranho que esse deslocamento dos restos mortais do ex-presidente para Brasília tenha sido precedido pela sua exumação em São Borja, para que fosse realizada pesquisa técnico-científica das causas de sua morte, diagnosticada como decorrente de problema cardíaco, na época do falecimento.

Politicamente, essas homenagens ocorridas dezenas de anos após a morte de Jango, pelo governo da atual presidenta, se acham bem dentro da lógica do regime atual, que sabe utilizar os meios de comunicação para suas propagações partidárias e ideológicas.

Na verdade, há um desdobramento na política nacional que revela, claramente, que o populismo de Getúlio Vargas é o pai do populismo de Jango e, como este, é predecessor de Luiz Inácio Lula da Silva. Constata-se claramente que Getúlio, Jango e Lula são herdeiros das concepções populistas de manipulação das massas no Brasil.

Todos três se valeram das camadas populares para atingirem seus objetivos. Vargas incentivou o sindicalismo político e iniciou a movimentação de suas lideranças ao lado da crise social que soube estimular. Jango tentou levar o sindicalismo político até os seguimentos militares, além do apoio aos setores radicais de esquerda. Lula também saiu de dentro das massas sindicalistas, descendentes das velhas técnicas de Vargas, embora adaptadas aos novos tempos, inclusive com algumas novas técnicas de ação política.

É compreensível, portanto, que atual presidenta, fruto de uma máquina política criada há mais de cinquenta anos, se sinta obrigada a reconstituir esses fatos do passado que fazem parte da sua história e das suas conquistas eleitorais.

Tudo, porém, provoca certo mal estar para aqueles que respeitam cristãmente o episódio dos desaparecimentos humanos. Estes não podem aplaudir plenamente esse tipo de evocações. Jango, pelas suas condições históricas e pelo seu sofrimento - que indiscutivelmente viveu -, merece respeito dos seus concidadãos, que não aceitam a utilização de seu drama com o espetáculo que, entorno dele, está ocorrendo.

Jango é um ex-presidente da República que marcou com sua presença um momento significativo em nossa existência política e, como todo homem público, teve os aplausos dos companheiros e as críticas dos adversários. Como personalidade histórica há de ser tema para os estudiosos, mas, como figura humana, precisa ser respeitado.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Realidade brasileira


Vários episódios dominam a vida política e social do país. Todavia, o que constitui o fato mais grave são as agitações violentas nas grandes cidades, provocando conflitos com a polícia e, às vezes, depredações contra bens particulares e públicos. Verifica-se, ainda, que nas principais cidades do país e, em especial, nas capitais, os episódios de subversão da ordem vêm se multiplicando, como atestam as informações jornalísticas e os noticiários das TVs.

Tais ocorrências representam uma tendência perigosa, que vem sendo sentida pela população, principalmente no que se refere aos reflexos que podem ter no tocante à tranquilidade pública. Tais fatos - lamentáveis e de grande risco - nos revelam que o país está vivendo momentos de falta de autoridade e de deficiências na manutenção da ordem, o que provoca não só o mal-estar da população, mas ainda generalizadas revoltas naqueles que se sentem atingidos por esse ambiente de instabilidade social.

É curioso que esses fatos, que não ocorreram no governo de Lula, e muito menos na época de Fernando Henrique Cardoso, eram constantes no governo do ex-presidente Collor e, em tempos anteriores, no governo de João Goulart.

A Presidência da República e seus principais auxiliares têm o dever de focalizar tais questões que ameaçam a paz pública, reconhecendo-os como obstáculos sérios à normalidade política e social, de modo que possa tudo ser superado em favor do bem-estar em todo o país.

Infelizmente, apesar de as autoridades e lideranças responsáveis terem plena consciência dessas sérias questões, que se multiplicam pelas capitais do país, ao lado das greves e de outros tipos de desordens, o que estamos presenciando é que há uma verdadeira irresponsabilidade dos governantes, procedimento que não pode ter continuidade num país com o progresso já alcançado pelo nosso povo.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Votação da MP dos Portos revela problemas partidários do governo

É interessante verificar as dificuldades do atual governo, porque decorrem do comportamento e da compreensão partidária, não só da Presidenta da República e das principais Ministras que lhe assessoram.

A Medida Provisória que procura resolver o problema portuário do Brasil, denominada popularmente como MP dos Portos, provocou um desencontro e vários conflitos no meio dos parlamentares que integram a chamada base do governo.

Com todas as críticas que se devem fazer ao governo de Luis Inácio Lula da Silva e aos anteriores, nunca uma confusão parlamentar foi tão grande na Câmara como esta, que se estendeu pela tarde, noite, madrugada e até o amanhecer do dia seguinte, alcançando uma dura aprovação, que iria de certa forma se repetir no Senado Federal.

Não é de se estranhar no mérito da MP dos Portos, que tem aspectos positivos, o que se há de observar é a ineficiência da articulação política do governo dentro do Poder Legislativo.

Se esse ambiente negativo continuar a ocorrer, e em breve virão as consequências da inflação que começa e o elevado custo de vida que já desponta, tudo nos conduzirá a crises perigosas para a governabilidade do país.

Esperamos que a ilustre Presidenta, com suas características peculiares, consiga superar naturais obstáculos e que venha a implantar um ambiente propício ao desenvolvimento positivo da vida pública brasileira.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Falta de planejamento pode deixar o país no escuro


Verifica-se de forma clara, que o governo da presidente Dilma Rousseff, obedecendo a sua liderança indiscutivelmente radical e dura, enfrenta um dos problemas mais sérios para a economia brasileira: a produção de energia elétrica. 

Infelizmente, o que podemos verificar no governo do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva e também no atual governo, é a falta de planejamento para enfrentar problemas referentes aos recursos energéticos. 

O que se pode perceber, é que o riscos dos temidos “apagões” está recaindo sobre toda a população. As informações do ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, não são, de fato, capazes de explicar de forma clara esta questão, que é um dos itens mais importante de qualquer governo e para o crescimento do país. 

O Brasil vive hoje momentos de importância e visibilidade política internacional, proporcionados por ser sede de grandes eventos internacionais como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, dentre outros eventos. 

É preciso uma postura séria e objetiva do governo federal para solucionar o problema energético, que pode impedir o crescimento do país em todos os setores da nossa economia.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Os escândalos continuam presentes no governo do PT

Os escândalos divulgados nos últimos dias, através das conhecidas operações da Polícia Federal, que envolvem a principal secretária do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, Rosemary Noronha, que vinha atuando de forma ilícita em São Paulo, constitui uma demonstração equivoca da atuação de um servido público. Grande parte do Partido Trabalhista (PT) se vincula as velhas irregularidades que estão sendo descobertas em todo o país. A atual presidente, Dilma Rousseff, tem sido dura com os envolvidos nos escândalos e tem afastado essas pessoas que são, comprovadamente, ligadas ao ex-presidente Lula.

Mas por outro lado, a presidenta não consegue se desligar, porque o cenário já fazia parte da sua vida política. Como ministra, muito prestigiada do ex-presidente Lula, deveria acompanhar ou pelo menos saber o que estava acontecendo dentro do governo e no Palácio do Planalto.

Vivemos realmente um momento grave na vida política nacional, mas de certa forma percebe-se um esforço por parte das autoridades governamentais em esconder, afastar dos noticiários essas façanhas tenebrosas de agentes administrativos que rodeavam o ex-presidente.

Rosemary Noronha era, indiscutivelmente, uma das principais, e talvez a mais importante secretária do ex-presidente Lula, e aparece assim, sendo irradiação de atividades que aí estão de fato, sob investigação não apenas da polícia, mas do próprio judiciário. Torcemos para que dias melhores para a vida pública brasileira venha recair sobre todo o país.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Sucessões de escândalos mancham a vida política brasileira


Todo o país continua escandalizado em torno das ocorrências do chamado “Mensalão” que representa um momento triste na vida política brasileira. É curioso esse tipo de comportamento irregular e ilegal, que se alastrou dentro do governo ao ponto da presidente Dilma, ter que demitir agora uma antiga secretária do ex-presidente Lula e mais funcionários da Advocacia Geral da União. 

Esses fatos revelam que a presidente Dilma está rodeada de problemas graves. E temos a certeza que foi o ex-presidente Lula que convocou essas pessoas duvidosas e de fato foram mantidas pela atual presidente, que agora enfrenta problemas sérios na vida governamental. Os nossos esforços é para que tudo se resolva e fique esclarecido. Esperamos que a vida política brasileira perca essas manchas deixadas por esses esquemas corruptos.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Pleito Municipal requer um reflexo a nível local e nacional

Aproximam-se o pleito eleitoral de outubro deste ano. Indiscutivelmente dois ângulos se destacam nessa movimentação política. O primeiro e mais importante é o ângulo local, em que os candidatos disputam os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. É neste se desenvolvem as maiores atividades políticas e geralmente cheias de emotividades.

Mas se há esse aspecto local, o que é básico, em uma eleição como essa, em que a televisão se expande por todo o país, os ângulos nacionais não são esquecidos, nem ignorados. De fato o país está atravessando um momento em que o PT, através de algumas alianças, e o PSDB, também com outras alianças, são os pontos que eu diria referenciais nessa grande disputa política que se espalha pelo país.

Há capitais, como o Rio de Janeiro, em que o pleito eleitoral está praticamente resolvido, com os partidos assumindo as suas respectivas posições, bem declaradas. Há em São Paulo, também, posições claras e tudo faz crer que a vitória do José Serra será certa. 

No Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a luta é grande. Na capital gaúcha o PT está enfraquecido, como vem ocorrendo em outras cidades da Região Sul. Em Belo Horizonte nós temos a candidatura de Márcio Lacerda, que foi indiscutivelmente um bom administrador e realizou trabalhos notáveis frente da municipalidade. Contra ele o candidato Patrus Ananias, que terá que se esforçar para conseguir êxito na sua campanha eleitoral.

De qualquer maneira, verifica-se que ao lado do ângulo local, as eleições hoje no Brasil, graças aos meios de comunicação, sobretudo a TV, adquirem um sentido nacional, que envolvem figures ilustres como o Senador Aécio Neves, José Serra, a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por isso é que o acompanhamento dessa disputa é muito significativa. É necessário que cada cidadão procure se politizar, no bom sentido da palavra, e votar naqueles que tem realmente feições e vigores democráticos e que se afastem das tendências autocráticas que infelizmente dominam o governo federal hoje no Brasil.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Herança do governo Lula é responsável pela atual crise no país

A situação política brasileira revela um grande descompasso entre o governo da presidenta Dilma Rousseff e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Verifica-se que toda equipe, que estava dentro dos Ministérios do governo Lula, estão sendo afastados agora da administração de sua sucessora. Nunca houve no país uma ação tão rápida, para afastar Ministros, num prazo de tempo tão pequeno, como está ocorrendo com o atual governo da presidenta que dirige o país.

Há poucas semanas vários Ministros foram afastados e com eles muitos servidores dos mais altos escalões, apontados como pessoas de atitudes indevidas e contrarias aos dispositivos legais. Conclui-se, portanto que o governo Lula deixou uma herança ingrata, falha e perigosa, para a presidenta Dilma.

Quando ela fala na faxina, certamente ela está se dirigindo aos altos escalões da Republica que encontrou e com os quais ela está convivendo. Os desvios do dinheiro público, de fato, prejudicam todo o país, principalmente as camadas mais pobres da população.

No regime presidencialista o Presidente da Republica como chefe do poder executivo, é o responsável por todos os erros, falhas e por todas as decisões. Minha conclusão é no sentido de achar que as falhas do governo Lula estão sendo apontadas agora e a atitude da presidenta Dilma é de fato positiva na defesa dos interesses do país.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Herança do governo Lula preocupa atual governo

É curioso verificar como o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou várias crises perigosas no campo das irregularidades e em diversos desvios públicos, em várias áreas da sua atuação. O caso do DNIT está preocupando a presidenta, Dilma Rousseff, que não sabe o que fazer, pois na realidade ela desejaria promover um inquérito bem detalhado sobre a questão ali existente, mas, encontra empecilhos políticos.

Verifica-se que este departamento dos Ministérios dos Transportes, transformou-se de fato no setor de graves ocorrências e encaminhadas por lideranças políticas que apoiam o governo, se transformaram em verdadeiros condutores de resultados negativos e muitas vezes criminosos.

É de esperar que a atuação da oposição na Câmara dos Deputados que procura inclusive coordenar alguma CPI e outras providencias a respeito do assunto, alcance maior êxito para que a nação tenha conhecimento do que ocorreu nessa área do governo.

Infelizmente verifica-se que lideranças petistas, que anteriormente acusavam tanto no passado os governos, estão na realidade complacentes com graves ocorrências, que atingem a moral pública e impedem o progresso do país.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A Política no Brasil e sua crise atual

É curiosa a crise política no Brasil, por que busca razões no Sistema Constitucional que adotamos e também encontra motivos na vida partidária da oposição a na vida partidária do governo. O sistema brasileiro fica em função de uma Constituição que dá poderes excessivos ao presidente da Republica. Tudo gira em torno dele. Dificilmente um ser humano consegue, na realidade, acompanhar tantos problemas e resolver tantas questões.

No início do governo da presidenta Dilma, observamos que existe no seu semblante e pronunciamentos certa inquietação, que logicamente ocorre desses fatos. O seu temperamento é de uma pessoa disposta a vencer os problemas que têm diante de si. Embora procure fazê-los de forma que nós da oposição consideramos errados.

Por outro lado as oposições também vivem problemas internos, dentro dos principais partidos e nota-se que há uma tendência oposicionista mais radical, mas também uma tendência oposicionista mais moderada. E finalmente, é de se concluir que os partidos que apoiam a presidenta Dilma, vivem nos seus contatos com o poder executivo, uma crise clara. O que fica evidente para qualquer observador por mais elementar que seja. O PMDB com sua vocação política, não tem respaldo no comportamento político da presidenta. Não conseguiu experiência nessa área.

O PT, cujas principais lideranças são sindicalistas, não tem na presidenta Dilma uma personalidade que conviveu com a vida dos Sindicatos. De fato a presença do presidente Lula inesperadamente, dentro do Palácio do Planalto, mostra que os problemas existentes na área política estão necessitando da presença de um homem experiente, mas que com certas dificuldades conseguirá salvar as questões problemáticas do atual governo. A presidenta Dilma pode ter algumas qualidades administrativas, mas pouca sobre a política partidária.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Controle da inflação é grande desafio no país


Quem contempla o governo da presidenta Dilma Rousseff, chega à conclusão que hoje vivemos um cenário completamente diverso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A presidenta, indiscutivelmente, inspira mais confiança até mesmo para os seus opositores, enquanto que o presidente Lula, apesar da sua simpatia, era um homem muito vacilante em questões às vezes de certa importância.
 
Todavia no governo Lula há um momento que, historicamente, lhe dá certo relevo, que é quando ele fez o convenio, a concordata do Brasil com a Santa Sé, o que representou um projeto pelo qual a Igreja Católica há muito vinha se batendo e que nunca conseguiu concretizar. Fora disso, não vejo o governo Lula em uma posição firme em relação a certas questões nacionais.

Todavia as notícias relativas a presidenta Dilma, sobretudo no tocante a inflação, nos deixa a conclusão de que o atual governo vai se empenhar na luta contra este grande mal para economia nacional. 

A oposição está agindo de uma forma séria e correta quando critica o governo da presidenta Dilma e dos seus ministros, pelas atitudes de incoerência e mesmo de omissão. Como é caso da obras do Programa Aceleração do Crescimento (PAC), que foram muito anunciadas e representaram uma bandeira importante para a eleição da atual chefe do poder executivo no país.

E essas deficiências governamentais são perigosas, porque se a palavra de comando, contra a inflação, não tiver em todas as áreas administrativas respectivos respaldos, não alcançará os fins necessários para superarmos este perigoso mal na vida financeira do país.

A oposição precisa ser vigilante e firme, para que Dilma consiga superar inclusive as turbulências nefastas de áreas políticas que estão próximas dela e que não trazem consigo objetivos mais significativos para o desenvolvimento do país.