Fazendo
uma análise da situação política, os fatos que estão ocorrendo confirmam a
vitória do Impeachment. No imperativo Nacional, em reunião histórica ocorrida
nesta terça-feira, 29, o diretório nacional do PMDB anunciou o rompimento com o
governo federal. O PMDB na política brasileira é um partido numeroso no
Congresso, ocupantes nos cargos de deputados e senadores. A decisão do PMDB e a
atitude de outros partidos foram tomadas depois de uma série de ações negativas
cometidas pelo governo e divulgadas na mídia, como: a piora da economia, novas
ações da Operação Lava Jato e a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva como ministro da Casa Civil, decisão suspensa por liminar judicial. O
rompimento do PMDB com Dilma Rousseff tende a provocar um efeito dominó e
outros partidos estão articulando para deixarem a base governista. A estratégia
do governo para impedir o Impeachment é redistribuir os cargos entregues e
apoio financeiro, em troca de votos dos deputados, para eles não se
posicionarem favoráveis ao Impeachment Presidencial. Essa manobra não terá
eficiência, pois a imagem do governo já está desgastada. Aliás, o principal
objetivo do Impeachment é impedir a permanência de Dilma Rousseff no poder e evitar
escândalos governamentais na Petrobras, nas grandes construções e
principalmente os desvios de dinheiro público.
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quinta-feira, 31 de março de 2016
quarta-feira, 11 de março de 2015
Crise política e econômica com o escândalo da Petrobras
A crise brasileira está
crescendo não só no campo econômico e social, como também no campo político e,
sobretudo nesta área, se destaca a crise governamental. Há necessidade portanto,
de que as lideranças maiores dos diversos países compreendam bem o problema
brasileiro, que nesse instante está recaindo sobre toda a nação. Temos um
governo, embora eleito com maioria expressiva no último pleito, que não está
fazendo jus às suas altas responsabilidades, isto é, enfrentando com firmeza,
segurança, prudência e capacidade, os
diversos obstáculos que estão abalando toda a nação. Por outro lado, esse
governo perdeu muito a sua legitimidade, porque a personalidade eleita para
dirigir o país, a presidenta Dilma, não está confirmando, nem tão pouco está
executando as promessas diversificadas que pregou em sua jornada eleitoral. Da
mesma forma, o problema da Petrobras, que cada vez se estende mais com
descobertas das mais escandalosas na condução de seus negócios por parte de
seus dirigentes. Por outro lado, as dificuldades econômicas que o país já
começa a enfrentar como a inflação, que aos poucos tende a crescer, e com as
sérias questões ligadas ao abastecimento de água e de energia elétrica, sem
dizer os problemas burocráticos e de outros pequenos escândalos que se
desenvolvem em várias partes do poder público.
Na realidade, as
principais áreas políticas governamentais do país, as propriamente ditas
institucionais, praticamente, se encontram nas mãos de um único partido, o
PMDB, enquanto que o partido que sustentou a eleição da presidenta da república hoje, está
em uma situação de inferioridade em todas as áreas onde atua, aumentando assim
a crise de autoridade da Presidência da República. Há indiscutivelmente
necessidade de reformas, mas reformas que não sejam apenas de ordem eleitoral,
mas reformas eleitorais que dizem respeito ao governo, à própria máquina
governamental e ao seu processo de agir, onde o presidencialismo exagerado
transforma, na realidade, a chefia da nação com poderes ditatoriais. Ao lado
disso, a estranha e esquisita oposição ministerial, com mais de trinta
ministérios, impõe uma descoordenação com desdobramento confuso dos altos topos
da máquina burocrática, da máquina governamental.
Por outro lado, as
questões federativas que dizem respeito aos estados brasileiros e também aos
municípios que hoje se enquadram dentro desse setor nos trazem uma situação de
elevadas dificuldades porque toda a distribuição da renda nacional, na prática,
depende do poder executivo da república instalado em Brasília. Os estados
devem, aliás, uma dívida ilegítima, à União altas somas, enquanto que não
recebem como deveriam receber, dentro da administração governamental, os meios
financeiros necessários para fazer face às problemáticas do dia a dia dos
governos estaduais. A situação dos municípios é lamentável porque, na prática,
tudo fica a dever das verbas vindas do governo federal, pois que estes não
possuem meios para fazer face às suas atividades locais do dia a dia. Esta é a
situação que precisa ser alterada, e se não for, a cada dia que passar, as
crises vão aumentar e o país vai cair numa situação de desespero do povo, de
mal-estar, de reinvidicações violentas, de críticas permanentes, enfim, de
mal-estar generalizado de toda a população.
Por essas razões, se
impõe uma reforma, não apenas eleitoral, mas uma reforma abrangente que possam
transformar o Estado Brasileiro numa grande máquina política governamental que
faça frente, com êxito, aos grandes problemas que estão diante de nós e que
fazem parte da crise brasileira dos nossos dias.
Em face desa situação,
desse cenário vimos apelar para as lideranças maiores dos grandes partidos
brasileiros, porque a responsabilidade é deles, visto que comandam na Câmara,
no Senado e, enfim, no poder executivo e levam ao povo a sua mensagem no
sentido de que, procurem o quanto antes, porque a crise é realmente perigosa,
soluções adequadas para fazer face a esses obstáculos que vêm recaindo sobre
todo o país e que estão impedindo a sua própria dinâmica normalizada e
influindo para que cresça cada vez mais as dificuldades e os empecilhos, que
compõem a crise brasileira.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Os novos dirigentes do Congresso e da Câmara Federal
O poder legislativo, pela Câmara Federal e pelo Senado, elegeram suas novas mesas diretoras. O Senador Renan Calheiros à frente do Congresso Nacional e o Deputado Federal Henrique Alves como dirigente da Câmara dos Deputados. É um momento de grande significação política, porque os dois novos dirigentes são líderes com muita força e prestígio dentro de um mesmo partido, o PMDB, que com esse fato assume, assim, um posicionamento de alta expressão na vida nacional.
O vice-presidente da República, Michel Temer, o presidente do Senado e o presidente da Câmara Federal são do PMDB. O que significa que os políticos de maior influência na vida política brasileira estão nas mãos desse partido. O mandato de ambos não irá somente atingir 2013, mas também o ano que vem, e, por conseguinte irá se aproximar muito do pleito para Presidência da República. Este fato é uma premissa que há de se levar em conta no desenrolar da vida política nacional.
Por outro lado, o conflito do Supremo Tribunal Federal com a Câmara dos Deputados constitui outro ângulo que tem que buscar a atenção e as observações daqueles que são responsáveis pela vida publica brasileira e também pela própria orientação da opinião publica do nosso país. Esse ano, portanto, se inicia assim, com fatos que de repercussão que eu diria de alta relevância para a vida publica brasileira e serve de forma indiscutível para nos mostrar alguns itens do que vai ocorrer durante essa fase da vida brasileira.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Governo Dilma tenta encontrar o caminho do progresso
Os acontecimentos políticos ocorridos no Brasil nos últimos dias nos levam a um cenário curioso, mas que desejamos ser promissor a favor do desenvolvimento de nossa Terra. O Ministro Antônio Palocci, ao ser afastado do governo, provocou uma crise. A Senadora Gleisi Hoffmann, filha de alemães, assumiu a alta responsabilidade e dificilmente vá superar os problemas.
A nossa ilustre presidenta, como sabemos, é filha de uma mineira casada com um búlgaro, tem personalidade forte e trabalhou em Minas Gerais. A Ministra Ideli Salvatti, cujos pais são calabreses, deverá desenvolver atividades complexas para resolver os problemas parlamentares.
Isso tudo mostra que o governo do PT/PMDB ainda não conseguiu alcançar as metas e as normalidades políticas e institucionais, tão necessárias para o país. Nós esperamos que os aspectos qualitativos, quer dizer, os atributos dos homens públicos que estão nos altos postos da Republica, saibam de fato, com sua inteligência e dedicação, vencer os nossos problemas e dar ao nosso povo momentos de paz e de progresso, que tantos necessitamos.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
A Política no Brasil e sua crise atual
É curiosa a crise política no Brasil, por que busca razões no Sistema Constitucional que adotamos e também encontra motivos na vida partidária da oposição a na vida partidária do governo. O sistema brasileiro fica em função de uma Constituição que dá poderes excessivos ao presidente da Republica. Tudo gira em torno dele. Dificilmente um ser humano consegue, na realidade, acompanhar tantos problemas e resolver tantas questões.
No início do governo da presidenta Dilma, observamos que existe no seu semblante e pronunciamentos certa inquietação, que logicamente ocorre desses fatos. O seu temperamento é de uma pessoa disposta a vencer os problemas que têm diante de si. Embora procure fazê-los de forma que nós da oposição consideramos errados.
Por outro lado as oposições também vivem problemas internos, dentro dos principais partidos e nota-se que há uma tendência oposicionista mais radical, mas também uma tendência oposicionista mais moderada. E finalmente, é de se concluir que os partidos que apoiam a presidenta Dilma, vivem nos seus contatos com o poder executivo, uma crise clara. O que fica evidente para qualquer observador por mais elementar que seja. O PMDB com sua vocação política, não tem respaldo no comportamento político da presidenta. Não conseguiu experiência nessa área.
O PT, cujas principais lideranças são sindicalistas, não tem na presidenta Dilma uma personalidade que conviveu com a vida dos Sindicatos. De fato a presença do presidente Lula inesperadamente, dentro do Palácio do Planalto, mostra que os problemas existentes na área política estão necessitando da presença de um homem experiente, mas que com certas dificuldades conseguirá salvar as questões problemáticas do atual governo. A presidenta Dilma pode ter algumas qualidades administrativas, mas pouca sobre a política partidária.
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