O Brasil está assistindo nestes últimos dias, o
crescimento da grave crise política que vem atormentando todos os brasileiros. Os
pontos fundamentais desses episódios que envergonham o país são os escândalos e
a corrupção do Partido dos Trabalhadores e do envolvimento do Governo de Dilma
Rousseff. Neste instante, se destacam os fatos ocorridos na semana passada, no
qual a Polícia Federal fez ação coercitiva contra o ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva, por esse ter negado comparecer para prestar esclarecimentos
sobre as informações que a justiça estava exigindo. O ex-presidente só prestou
depoimento aos órgãos judiciários, após ser escoltado. Indiscutivelmente, essa
detenção de Lula repercutiu em todo o país, não só, com o grupo daqueles que
aplaudiram essa iniciativa justa, legal e legítima, como também, perante
aqueles que são radicalizados e apaixonados por essa figura política. Esses
grupos ligados a esquerda não estão levando em conta os interesses do povo e
tão pouco estão preocupados com a grave crise que estamos enfrentando. Portanto,
devo dizer, nesta semana, que os veículos de comunicação revelaram fatos
políticos de alta gravidade que vêm repercutindo de modo geral e estão
provocando manifestações públicas contra o governo da presidente Dilma Rousseff,
que de maneira crescente está perdendo a sua autoridade perante o país. Segundo
dados divulgados pelo Instituto Datafolha, em fevereiro deste ano, a reprovação
ao governo Dilma Rousseff está em mais de 60%. Já a rejeição do ex-presidente
Lula atingiu 61% como foi revelado pela empresa Ibope. Os descontentamentos da
população perante a atual gestão estão indicados nos índices das pesquisas que
revelam a ineficiência da atual Gestão Administrativa, que vem provocando um
forte movimento, não só no Congresso Nacional mas, sobretudo, na opinião
pública que enxerga como única saída o “Impeachment”. Esse anseio popular está
organizado e ganhando influencia, pois no próximo domingo, 13, as pessoas estarão
nas ruas em uma grande manifestação para pedir a mudança de governo, a
população está repudiando a atual administração e espera com certeza, a
abertura do “Impeachment” e o afastamento da
presidente Dilma Rousseff do poder.
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quinta-feira, 10 de março de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Partidos políticos da base aliada estão em crise
A situação política nacional é muito grave do ponto de
vista partidário. Na realidade, os chamados partidos da base aliada sendo o
PMDB, PC do B, PTB, PP, PDT, PRB, PSB e PR estão todos sob pressão popular para
votar contra Dilma Rousseff. Segundo os índices indicados e divulgados pela
mídia, apenas 9% da população brasileira considera aceitável o governo da
presidente Dilma e a esmagadora maioria do nosso povo está contra a chefe de
governo. Por esse motivo os partidos de base estão se afastando da Presidente
Dilma e estão se digladiando. A posição do PT na Câmara dos Deputados e no
Senado, depois dos vários escândalos envolvendo o governo de Dilma deixaram os
aliados silenciosos, e, porque não dizer muito humilhados. Nesse cenário, a
crise interna entre os partidos que são aliados está aumentando. No ano
passado, até o vice-presidente da República, Michel Temer tomou posicionamento
contra Dilma Rousseff. A insatisfação com administração do Partido dos
Trabalhadores é de fato algo generalizado que invade o Congresso e as ruas das
cidades com o clamor do povo no movimento “Fora Dilma”.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Oposição: missão de apontar falhas do governo
A
situação política brasileira é, de fato, muito grave e os partidos da oposição
cada vez mais adquirem a responsabilidade de não só apontar as irregularidades
realizadas pelo governo da presidente Dilma Rousseff, como tornar público e
esclarecer para a população os riscos que estamos vivendo. A oposição dessa
maneira tem dever relevante de denunciar tudo ao país. Através da tribuna
parlamentar, que hoje não está tendo o prestígio que deveria ter, nos meios de
comunicação, possui o compromisso de utilizar desse instrumento político e
revelar com base em informações administrativas a incapacidade do governo de
gerenciar o país, resultando nessa crise que atormenta a nação brasileira. O
governo por meio de influência nos meios de comunicação procura desviar a
atenção de escândalos da administração de Dilma Rousseff para votar assuntos,
havendo necessidade de não se submeter a esta tática esquerdista que a
presidente usa para fugir das críticas que devem lhe ser encaminhadas.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Crise política e econômica com o escândalo da Petrobras
A crise brasileira está
crescendo não só no campo econômico e social, como também no campo político e,
sobretudo nesta área, se destaca a crise governamental. Há necessidade portanto,
de que as lideranças maiores dos diversos países compreendam bem o problema
brasileiro, que nesse instante está recaindo sobre toda a nação. Temos um
governo, embora eleito com maioria expressiva no último pleito, que não está
fazendo jus às suas altas responsabilidades, isto é, enfrentando com firmeza,
segurança, prudência e capacidade, os
diversos obstáculos que estão abalando toda a nação. Por outro lado, esse
governo perdeu muito a sua legitimidade, porque a personalidade eleita para
dirigir o país, a presidenta Dilma, não está confirmando, nem tão pouco está
executando as promessas diversificadas que pregou em sua jornada eleitoral. Da
mesma forma, o problema da Petrobras, que cada vez se estende mais com
descobertas das mais escandalosas na condução de seus negócios por parte de
seus dirigentes. Por outro lado, as dificuldades econômicas que o país já
começa a enfrentar como a inflação, que aos poucos tende a crescer, e com as
sérias questões ligadas ao abastecimento de água e de energia elétrica, sem
dizer os problemas burocráticos e de outros pequenos escândalos que se
desenvolvem em várias partes do poder público.
Na realidade, as
principais áreas políticas governamentais do país, as propriamente ditas
institucionais, praticamente, se encontram nas mãos de um único partido, o
PMDB, enquanto que o partido que sustentou a eleição da presidenta da república hoje, está
em uma situação de inferioridade em todas as áreas onde atua, aumentando assim
a crise de autoridade da Presidência da República. Há indiscutivelmente
necessidade de reformas, mas reformas que não sejam apenas de ordem eleitoral,
mas reformas eleitorais que dizem respeito ao governo, à própria máquina
governamental e ao seu processo de agir, onde o presidencialismo exagerado
transforma, na realidade, a chefia da nação com poderes ditatoriais. Ao lado
disso, a estranha e esquisita oposição ministerial, com mais de trinta
ministérios, impõe uma descoordenação com desdobramento confuso dos altos topos
da máquina burocrática, da máquina governamental.
Por outro lado, as
questões federativas que dizem respeito aos estados brasileiros e também aos
municípios que hoje se enquadram dentro desse setor nos trazem uma situação de
elevadas dificuldades porque toda a distribuição da renda nacional, na prática,
depende do poder executivo da república instalado em Brasília. Os estados
devem, aliás, uma dívida ilegítima, à União altas somas, enquanto que não
recebem como deveriam receber, dentro da administração governamental, os meios
financeiros necessários para fazer face às problemáticas do dia a dia dos
governos estaduais. A situação dos municípios é lamentável porque, na prática,
tudo fica a dever das verbas vindas do governo federal, pois que estes não
possuem meios para fazer face às suas atividades locais do dia a dia. Esta é a
situação que precisa ser alterada, e se não for, a cada dia que passar, as
crises vão aumentar e o país vai cair numa situação de desespero do povo, de
mal-estar, de reinvidicações violentas, de críticas permanentes, enfim, de
mal-estar generalizado de toda a população.
Por essas razões, se
impõe uma reforma, não apenas eleitoral, mas uma reforma abrangente que possam
transformar o Estado Brasileiro numa grande máquina política governamental que
faça frente, com êxito, aos grandes problemas que estão diante de nós e que
fazem parte da crise brasileira dos nossos dias.
Em face desa situação,
desse cenário vimos apelar para as lideranças maiores dos grandes partidos
brasileiros, porque a responsabilidade é deles, visto que comandam na Câmara,
no Senado e, enfim, no poder executivo e levam ao povo a sua mensagem no
sentido de que, procurem o quanto antes, porque a crise é realmente perigosa,
soluções adequadas para fazer face a esses obstáculos que vêm recaindo sobre
todo o país e que estão impedindo a sua própria dinâmica normalizada e
influindo para que cresça cada vez mais as dificuldades e os empecilhos, que
compõem a crise brasileira.
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