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quinta-feira, 10 de março de 2016

As ruas, em 13 de março, serão tomadas em prol do Impeachment de Dilma

O Brasil está assistindo nestes últimos dias, o crescimento da grave crise política que vem atormentando todos os brasileiros. Os pontos fundamentais desses episódios que envergonham o país são os escândalos e a corrupção do Partido dos Trabalhadores e do envolvimento do Governo de Dilma Rousseff. Neste instante, se destacam os fatos ocorridos na semana passada, no qual a Polícia Federal fez ação coercitiva contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por esse ter negado comparecer para prestar esclarecimentos sobre as informações que a justiça estava exigindo. O ex-presidente só prestou depoimento aos órgãos judiciários, após ser escoltado. Indiscutivelmente, essa detenção de Lula repercutiu em todo o país, não só, com o grupo daqueles que aplaudiram essa iniciativa justa, legal e legítima, como também, perante aqueles que são radicalizados e apaixonados por essa figura política. Esses grupos ligados a esquerda não estão levando em conta os interesses do povo e tão pouco estão preocupados com a grave crise que estamos enfrentando. Portanto, devo dizer, nesta semana, que os veículos de comunicação revelaram fatos políticos de alta gravidade que vêm repercutindo de modo geral e estão provocando manifestações públicas contra o governo da presidente Dilma Rousseff, que de maneira crescente está perdendo a sua autoridade perante o país. Segundo dados divulgados pelo Instituto Datafolha, em fevereiro deste ano, a reprovação ao governo Dilma Rousseff está em mais de 60%. Já a rejeição do ex-presidente Lula atingiu 61% como foi revelado pela empresa Ibope. Os descontentamentos da população perante a atual gestão estão indicados nos índices das pesquisas que revelam a ineficiência da atual Gestão Administrativa, que vem provocando um forte movimento, não só no Congresso Nacional mas, sobretudo, na opinião pública que enxerga como única saída o “Impeachment”. Esse anseio popular está organizado e ganhando influencia, pois no próximo domingo, 13, as pessoas estarão nas ruas em uma grande manifestação para pedir a mudança de governo, a população está repudiando a atual administração e espera com certeza, a abertura do “Impeachmente o afastamento da presidente Dilma Rousseff do poder.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Partidos políticos da base aliada estão em crise

A situação política nacional é muito grave do ponto de vista partidário. Na realidade, os chamados partidos da base aliada sendo o PMDB, PC do B, PTB, PP, PDT, PRB, PSB e PR estão todos sob pressão popular para votar contra Dilma Rousseff. Segundo os índices indicados e divulgados pela mídia, apenas 9% da população brasileira considera aceitável o governo da presidente Dilma e a esmagadora maioria do nosso povo está contra a chefe de governo. Por esse motivo os partidos de base estão se afastando da Presidente Dilma e estão se digladiando. A posição do PT na Câmara dos Deputados e no Senado, depois dos vários escândalos envolvendo o governo de Dilma deixaram os aliados silenciosos, e, porque não dizer muito humilhados. Nesse cenário, a crise interna entre os partidos que são aliados está aumentando. No ano passado, até o vice-presidente da República, Michel Temer tomou posicionamento contra Dilma Rousseff. A insatisfação com administração do Partido dos Trabalhadores é de fato algo generalizado que invade o Congresso e as ruas das cidades com o clamor do povo no movimento “Fora Dilma”.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Oposição: missão de apontar falhas do governo

A situação política brasileira é, de fato, muito grave e os partidos da oposição cada vez mais adquirem a responsabilidade de não só apontar as irregularidades realizadas pelo governo da presidente Dilma Rousseff, como tornar público e esclarecer para a população os riscos que estamos vivendo. A oposição dessa maneira tem dever relevante de denunciar tudo ao país. Através da tribuna parlamentar, que hoje não está tendo o prestígio que deveria ter, nos meios de comunicação, possui o compromisso de utilizar desse instrumento político e revelar com base em informações administrativas a incapacidade do governo de gerenciar o país, resultando nessa crise que atormenta a nação brasileira. O governo por meio de influência nos meios de comunicação procura desviar a atenção de escândalos da administração de Dilma Rousseff para votar assuntos, havendo necessidade de não se submeter a esta tática esquerdista que a presidente usa para fugir das críticas que devem lhe ser encaminhadas.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Crise política e econômica com o escândalo da Petrobras

A crise brasileira está crescendo não só no campo econômico e social, como também no campo político e, sobretudo nesta área, se destaca a crise governamental. Há necessidade portanto, de que as lideranças maiores dos diversos países compreendam bem o problema brasileiro, que nesse instante está recaindo sobre toda a nação. Temos um governo, embora eleito com maioria expressiva no último pleito, que não está fazendo jus às suas altas responsabilidades, isto é, enfrentando com firmeza, segurança,  prudência e capacidade, os diversos obstáculos que estão abalando toda a nação. Por outro lado, esse governo perdeu muito a sua legitimidade, porque a personalidade eleita para dirigir o país, a presidenta Dilma, não está confirmando, nem tão pouco está executando as promessas diversificadas que pregou em sua jornada eleitoral. Da mesma forma, o problema da Petrobras, que cada vez se estende mais com descobertas das mais escandalosas na condução de seus negócios por parte de seus dirigentes. Por outro lado, as dificuldades econômicas que o país já começa a enfrentar como a inflação, que aos poucos tende a crescer, e com as sérias questões ligadas ao abastecimento de água e de energia elétrica, sem dizer os problemas burocráticos e de outros pequenos escândalos que se desenvolvem em várias partes do poder público.
Na realidade, as principais áreas políticas governamentais do país, as propriamente ditas institucionais, praticamente, se encontram nas mãos de um único partido, o PMDB, enquanto que o partido que sustentou  a eleição da presidenta da república hoje, está em uma situação de inferioridade em todas as áreas onde atua, aumentando assim a crise de autoridade da Presidência da República. Há indiscutivelmente necessidade de reformas, mas reformas que não sejam apenas de ordem eleitoral, mas reformas eleitorais que dizem respeito ao governo, à própria máquina governamental e ao seu processo de agir, onde o presidencialismo exagerado transforma, na realidade, a chefia da nação com poderes ditatoriais. Ao lado disso, a estranha e esquisita oposição ministerial, com mais de trinta ministérios, impõe uma descoordenação com desdobramento confuso dos altos topos da máquina burocrática, da máquina governamental.
Por outro lado, as questões federativas que dizem respeito aos estados brasileiros e também aos municípios que hoje se enquadram dentro desse setor nos trazem uma situação de elevadas dificuldades porque toda a distribuição da renda nacional, na prática, depende do poder executivo da república instalado em Brasília. Os estados devem, aliás, uma dívida ilegítima, à União altas somas, enquanto que não recebem como deveriam receber, dentro da administração governamental, os meios financeiros necessários para fazer face às problemáticas do dia a dia dos governos estaduais. A situação dos municípios é lamentável porque, na prática, tudo fica a dever das verbas vindas do governo federal, pois que estes não possuem meios para fazer face às suas atividades locais do dia a dia. Esta é a situação que precisa ser alterada, e se não for, a cada dia que passar, as crises vão aumentar e o país vai cair numa situação de desespero do povo, de mal-estar, de reinvidicações violentas, de críticas permanentes, enfim, de mal-estar generalizado de toda a população.
Por essas razões, se impõe uma reforma, não apenas eleitoral, mas uma reforma abrangente que possam transformar o Estado Brasileiro numa grande máquina política governamental que faça frente, com êxito, aos grandes problemas que estão diante de nós e que fazem parte da crise brasileira dos nossos dias.
Em face desa situação, desse cenário vimos apelar para as lideranças maiores dos grandes partidos brasileiros, porque a responsabilidade é deles, visto que comandam na Câmara, no Senado e, enfim, no poder executivo e levam ao povo a sua mensagem no sentido de que, procurem o quanto antes, porque a crise é realmente perigosa, soluções adequadas para fazer face a esses obstáculos que vêm recaindo sobre todo o país e que estão impedindo a sua própria dinâmica normalizada e influindo para que cresça cada vez mais as dificuldades e os empecilhos, que compõem a crise brasileira.