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quinta-feira, 17 de março de 2016

Dilma ignora apelo popular contra a corrupção e nomeia investigado à Ministro da Casa Civil

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou o convite da presidente Dilma Rousseff e agora passa ser o novo Ministro da Casa Civil. Essa manobra é dada pelo Partido dos Trabalhadores como uma importante carta tirada da manga para impedir a abertura do processo de Impeachment, já dado como certo diante do clamor popular. No último domingo, 13, foi registrado um ato histórico em prol da democracia, com número de participantes que superou as manifestações das Diretas Já em 1984, seis milhões de brasileiros, de Norte a Sul do país, vestiram as cores da bandeira brasileira e saíram às ruas em protesto para pedir o Impeachment de Dilma e a possível prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As denúncias de corrupção contra o ex-presidente Lula são graves, os brasileiros querem uma explicação e cobram o fim da ineficiência do governo que resultou nessa crise política e econômica rebaixando o nosso país à fama de mal pagador. Dilma blindou Lula que deixa de ser investigado pelo Ministério Público e foge do julgamento em primeira Instância, pois tem processo. Essa nomeação de Lula para a Casa Civil apresenta três contradições: a primeira, aquele que é o criador da Presidenta vira criatura dela, tornando-se agora subordinado a sua antiga pupila, Dilma Rousseff. Geralmente, o homem público que tem prerrogativas especiais para ser julgado pelo STF, foge desta corte e busca a primeira instância, no caso, Lula procurou o inverso e fugiu da primeira instância para ser julgado pelo STF. Por último, é de esclarecer quando alguém é denunciado judicialmente, o acusado busca o apoio de pessoas que podem melhorar a sua situação e se afastam daquelas que aumentam os riscos da sua condenação. A Presidente Dilma está se aproximando daquele que é repudiado por maioria do povo.

quinta-feira, 10 de março de 2016

As ruas, em 13 de março, serão tomadas em prol do Impeachment de Dilma

O Brasil está assistindo nestes últimos dias, o crescimento da grave crise política que vem atormentando todos os brasileiros. Os pontos fundamentais desses episódios que envergonham o país são os escândalos e a corrupção do Partido dos Trabalhadores e do envolvimento do Governo de Dilma Rousseff. Neste instante, se destacam os fatos ocorridos na semana passada, no qual a Polícia Federal fez ação coercitiva contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por esse ter negado comparecer para prestar esclarecimentos sobre as informações que a justiça estava exigindo. O ex-presidente só prestou depoimento aos órgãos judiciários, após ser escoltado. Indiscutivelmente, essa detenção de Lula repercutiu em todo o país, não só, com o grupo daqueles que aplaudiram essa iniciativa justa, legal e legítima, como também, perante aqueles que são radicalizados e apaixonados por essa figura política. Esses grupos ligados a esquerda não estão levando em conta os interesses do povo e tão pouco estão preocupados com a grave crise que estamos enfrentando. Portanto, devo dizer, nesta semana, que os veículos de comunicação revelaram fatos políticos de alta gravidade que vêm repercutindo de modo geral e estão provocando manifestações públicas contra o governo da presidente Dilma Rousseff, que de maneira crescente está perdendo a sua autoridade perante o país. Segundo dados divulgados pelo Instituto Datafolha, em fevereiro deste ano, a reprovação ao governo Dilma Rousseff está em mais de 60%. Já a rejeição do ex-presidente Lula atingiu 61% como foi revelado pela empresa Ibope. Os descontentamentos da população perante a atual gestão estão indicados nos índices das pesquisas que revelam a ineficiência da atual Gestão Administrativa, que vem provocando um forte movimento, não só no Congresso Nacional mas, sobretudo, na opinião pública que enxerga como única saída o “Impeachment”. Esse anseio popular está organizado e ganhando influencia, pois no próximo domingo, 13, as pessoas estarão nas ruas em uma grande manifestação para pedir a mudança de governo, a população está repudiando a atual administração e espera com certeza, a abertura do “Impeachmente o afastamento da presidente Dilma Rousseff do poder.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Partidos políticos da base aliada estão em crise

A situação política nacional é muito grave do ponto de vista partidário. Na realidade, os chamados partidos da base aliada sendo o PMDB, PC do B, PTB, PP, PDT, PRB, PSB e PR estão todos sob pressão popular para votar contra Dilma Rousseff. Segundo os índices indicados e divulgados pela mídia, apenas 9% da população brasileira considera aceitável o governo da presidente Dilma e a esmagadora maioria do nosso povo está contra a chefe de governo. Por esse motivo os partidos de base estão se afastando da Presidente Dilma e estão se digladiando. A posição do PT na Câmara dos Deputados e no Senado, depois dos vários escândalos envolvendo o governo de Dilma deixaram os aliados silenciosos, e, porque não dizer muito humilhados. Nesse cenário, a crise interna entre os partidos que são aliados está aumentando. No ano passado, até o vice-presidente da República, Michel Temer tomou posicionamento contra Dilma Rousseff. A insatisfação com administração do Partido dos Trabalhadores é de fato algo generalizado que invade o Congresso e as ruas das cidades com o clamor do povo no movimento “Fora Dilma”.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Retomada do recesso parlamentar deve reanimar o Impeachment

Nos primeiros dias do mês de fevereiro, a Câmara e o Senado vão voltar para os seus debates políticos. Uma questão que deve ser retomada com ânimo no Congresso é a questão do Impeachment. Lembro que, essa matéria sobre o afastamento da Presidente Dilma Rousseff, representa o principal tema da vida institucional do Brasil. É curioso verificar, dentro do jogo político, a Presidente Dilma está perdendo apoio de alguns setores do seu próprio partido, o PT, visto que, dentro dessa agregação, observamos, os aliados do governo passam por uma fase de sérias discórdias, no tocante às atividades Ministeriais dessa própria estrutura política, além dos escândalos da Petrobrás e de outras áreas governamentais. Entendemos, além dessas definições que vão ocorrer no partido do PT com relação ao Impeachment, os partidos da base aliada, apesar dos esforços das lideranças do governo para reverter a situação, devem se afastar de uma linha de apoio à presidente Dilma e se posicionarem a favor do Impeachment, devido à pressão do povo. O afastamento da Presidente Dilma a cada dia aumenta sua força, dentro da vida pública do país. Devemos também levar em conta, quando efetivamente o processo de Impeachment for apresentado em debate final, a opinião pública e os vários setores que representam os interesses do povo vão levantar de fato a sua palavra em favor do Impeachment, em resposta a ineficiência e irresponsabilidade do atual governo, que está colocando os brasileiros em situação difícil, e tirando desses o acesso às condições básicas de sobrevivência.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

O retrocesso do governo do PT

Quando o PT ganhou as eleições com Lula e posteriormente com a Dilma Rousseff, nesse período, grande parte da população brasileira foi na realidade ludibriada, por essas duas lideranças, que passaram a imagem que todos os problemas do Brasil iriam desaparecer e uma nova fase deveria acontecer em nossa pátria. Os eleitores achavam mesmo que Dilma, logo após a sua posse, iria enfrentar e solucionar uma série de questões, que há anos e anos estavam atormentando o povo brasileiro. Por razões, aliás, compreensíveis, dadas a sua complexidade. As palavras da candidata Dilma eram mágicas, no entanto mentirosas e levava o povo à certeza que o nosso país conseguiria superar todos os grandes embates que existiam na vida governamental. Hoje, verificamos, a Presidente Dilma conseguiu um novo mandato, graças às mentiras que proclamou na sua campanha política. A realidade está aparecendo aos olhos de todos, de maneira tão grave, que o Brasil no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano - IDH perdeu posições e ficou em situação inferiorizada perante outros países. Segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a variação média anual do produto interno bruto (PIB) brasileiro, entre os anos de 2011 e 2015, teve crescimento de 1%, a média mundial foi de 3,2% e os países emergentes chegaram ao número de 5,1%. A comparação do crescimento do PIB brasileiro com o resto do mundo evidência a tragédia da gestão do atual governo. No dia a dia, essa situação é clara na vida dos brasileiros, que estão sendo vítimas, do aumento do custo de vida, da diminuição do poder de compra, do desemprego, dos escândalos políticos, desvios de dinheiro público e outras falhas que levam ao colapso administrativo. 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

CPMF é uma afronta à população brasileira

O Brasil tem a carga tributária mais alta comparada aos outros países do mundo ocidental. Na Europa ou na América, não encontramos uma nação que venha cobrar do povo tanto dinheiro, na área tributária como ocorre em nosso País. A situação dos nossos compatriotas em todos os setores sociais, seja dos empresários e personalidades das áreas mais empobrecidas, todos vivem direta ou indiretamente cobranças que são prejudiciais, perigosas para a vida financeira dos cidadãos. Quando o governo resolve, de repente inventar mais um imposto como têm sido divulgado nos jornais e anunciado por alguns líderes do PT, que deve voltar a cobrança da CPMF, na realidade isso é uma afronta à população brasileira. Essa medida, precisa ser publicamente condenada. É um imposto que já foi aplicado entre nós e não teve hesito, pois o próprio governo não cumpriu as determinações que conferiam a lei para a cobrança do imposto. E ele assim, foi desviado do seu objetivo, além de constituir um peso perigoso, na vida financeira de cada cidadão. Restabelecer o tributo da CPMF é de fato trazer para a vida econômica do Brasil um encargo que recai sobre o povo e não traz nenhuma consequência benéfica, pois o governo não sabe aplicar o dinheiro público e o País vive uma crise que não pode ser para os brasileiros aumentada, com essa nova carga tributária. Somos contra a volta da CPMF, porque esse imposto é instrumento de condenação na vida econômica e social dos brasileiros.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Crise política e econômica com o escândalo da Petrobras

A crise brasileira está crescendo não só no campo econômico e social, como também no campo político e, sobretudo nesta área, se destaca a crise governamental. Há necessidade portanto, de que as lideranças maiores dos diversos países compreendam bem o problema brasileiro, que nesse instante está recaindo sobre toda a nação. Temos um governo, embora eleito com maioria expressiva no último pleito, que não está fazendo jus às suas altas responsabilidades, isto é, enfrentando com firmeza, segurança,  prudência e capacidade, os diversos obstáculos que estão abalando toda a nação. Por outro lado, esse governo perdeu muito a sua legitimidade, porque a personalidade eleita para dirigir o país, a presidenta Dilma, não está confirmando, nem tão pouco está executando as promessas diversificadas que pregou em sua jornada eleitoral. Da mesma forma, o problema da Petrobras, que cada vez se estende mais com descobertas das mais escandalosas na condução de seus negócios por parte de seus dirigentes. Por outro lado, as dificuldades econômicas que o país já começa a enfrentar como a inflação, que aos poucos tende a crescer, e com as sérias questões ligadas ao abastecimento de água e de energia elétrica, sem dizer os problemas burocráticos e de outros pequenos escândalos que se desenvolvem em várias partes do poder público.
Na realidade, as principais áreas políticas governamentais do país, as propriamente ditas institucionais, praticamente, se encontram nas mãos de um único partido, o PMDB, enquanto que o partido que sustentou  a eleição da presidenta da república hoje, está em uma situação de inferioridade em todas as áreas onde atua, aumentando assim a crise de autoridade da Presidência da República. Há indiscutivelmente necessidade de reformas, mas reformas que não sejam apenas de ordem eleitoral, mas reformas eleitorais que dizem respeito ao governo, à própria máquina governamental e ao seu processo de agir, onde o presidencialismo exagerado transforma, na realidade, a chefia da nação com poderes ditatoriais. Ao lado disso, a estranha e esquisita oposição ministerial, com mais de trinta ministérios, impõe uma descoordenação com desdobramento confuso dos altos topos da máquina burocrática, da máquina governamental.
Por outro lado, as questões federativas que dizem respeito aos estados brasileiros e também aos municípios que hoje se enquadram dentro desse setor nos trazem uma situação de elevadas dificuldades porque toda a distribuição da renda nacional, na prática, depende do poder executivo da república instalado em Brasília. Os estados devem, aliás, uma dívida ilegítima, à União altas somas, enquanto que não recebem como deveriam receber, dentro da administração governamental, os meios financeiros necessários para fazer face às problemáticas do dia a dia dos governos estaduais. A situação dos municípios é lamentável porque, na prática, tudo fica a dever das verbas vindas do governo federal, pois que estes não possuem meios para fazer face às suas atividades locais do dia a dia. Esta é a situação que precisa ser alterada, e se não for, a cada dia que passar, as crises vão aumentar e o país vai cair numa situação de desespero do povo, de mal-estar, de reinvidicações violentas, de críticas permanentes, enfim, de mal-estar generalizado de toda a população.
Por essas razões, se impõe uma reforma, não apenas eleitoral, mas uma reforma abrangente que possam transformar o Estado Brasileiro numa grande máquina política governamental que faça frente, com êxito, aos grandes problemas que estão diante de nós e que fazem parte da crise brasileira dos nossos dias.
Em face desa situação, desse cenário vimos apelar para as lideranças maiores dos grandes partidos brasileiros, porque a responsabilidade é deles, visto que comandam na Câmara, no Senado e, enfim, no poder executivo e levam ao povo a sua mensagem no sentido de que, procurem o quanto antes, porque a crise é realmente perigosa, soluções adequadas para fazer face a esses obstáculos que vêm recaindo sobre todo o país e que estão impedindo a sua própria dinâmica normalizada e influindo para que cresça cada vez mais as dificuldades e os empecilhos, que compõem a crise brasileira.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O Escândalo da Petrobras

A situação nacional, à medida que se aproximam as eleições de outubro, vem oferecendo uma série de questões que não podem passar despercebidas da opinião pública. O Governo da Presidenta Dilma Rousseff tem se desdobrado em fatos graves, que infelizmente revelam o crescimento da onda de corrupção que predomina em toda a administração federal.

Os escândalos na área da Petrobras revelam que a nação não apenas assiste a um espetáculo danoso para a moralidade pública, mas, o que é mais sério, vinculam a primeira mandatária do país diretamente às decisões perigosas que enfraquecem a imagem brasileira na vida internacional.

A Presidenta claramente autorizou uma operação financeira da Petrobras, que constitui uma danosa providência para o erário público, prejudicando as finanças e a atuação econômica daquela importante instituição petrolífera. É espantosa a atitude dos Parlamentares que apoiam a Presidenta ao tentar impedir, pelas suas Lideranças, a implantação de uma Comissão de Inquérito a respeito daquela escandalosa ocorrência de negociações de compra de empresa no exterior, o que demonstra a tentativa de se esconder tal fato.

Por outro lado, é triste verificar que setores significativos dos meios de comunicação assumem uma atitude de omissão, não divulgando, como deviam, esse escândalo governamental. É preciso que os homens públicos, de um modo geral, não deixem de focalizar tema tão grave para esse momento brasileiro. Há necessidade de que matéria dessa natureza seja, obrigatoriamente, focalizada na mídia, de modo que se possa compreender os diversos aspectos da irregular transação petrolífera.

O Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, com a sua alta responsabilidade judicial, manifestou publicamente a necessidade de se estabelecer regras na área da comunicação midiológica, mesmo nos órgãos menores de publicidade, mostrando a interferência negativa que nesse espaço ocorre, com a influência do poder econômico e dos grupos de expressão financeira, que, indiscutivelmente, abrangem muitos órgãos governamentais.

A chamada “verdade” que a Presidência da República gosta de mencionar em relação ao passado que ela critica, é preciso existir, também, na análise dos acontecimentos malignos de hoje, como este da Petrobras, que foi concretizado com pleno conhecimento da nação. 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Os “Rolezinhos” e a Crise na Ordem Pública

Verifica-se no país, através dos meios de comunicação, que se desenvolve uma série de manifestações contrárias ao poder público, tendo como alvo principal, indiscutivelmente, o Governo Federal e, logicamente, o seu principal titular, a atual presidenta da República, Dilma Rousseff. É curioso que essas manifestações que ferem a ordem pública se desenvolvem, hoje, de uma forma específica mostrando, assim, a insatisfação de novas áreas sociais que até então não se revelavam no país.

As conhecidas agitações populares, ocorridas no meio do ano passado, alcançaram diversas comunidades urbanas de expressão, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, entre outras localidades. Agora, começam a ocorrer outros tipos de insatisfações que ameaçam a tranquilidade urbana. Duas áreas revelam novas tendências de protestos contra o Governo Federal, embora as movimentações, por enquanto, aparentemente sejam localizadas em um ou outro estado brasileiro.


Os jovens estão saindo às ruas com duras reclamações contra a administração educacional e as decisões autocráticas do MEC e ainda se reúnem de forma desconhecida, até então, nos grandes shoppings de algumas cidades brasileiras. Isso acontece através do chamado “Rolezinho”, que perturba os meios comerciais e tende a se espalhar pelo país. É um acontecimento novo que mostra certa conscientização da juventude, que, se valendo das tecnologias modernas se comunica num processo de protestos e de reuniões, assumindo demonstrações com substância contestatória.


Se nas ruas ocorrem tais fatos preocupantes, tendem a vir à tona, em termos bem perigosos, as agitações, decorrentes dos maus tratos nas penitenciárias do Maranhão, que nada mais são do que a explosão da revolta que, infelizmente, em termos menos violentos, vem ocorrendo e tem existência em várias redes penitenciárias do país. E é de se registrar que até há pouco tempo o problema dos presídios brasileiros não possuía a visibilidade que hoje alcançou. Graças, porém, à conhecida presença de figuras expressivas dos governos petistas, vinculadas ao processo do “mensalão”, há certa atração para as penitenciárias brasileiras sob os seus mais variados rótulos de penalidade.


A situação dos presídios maranhenses, que reflete com maior expressão os aspectos negativos, ocorridos em São Paulo e no Rio de Janeiro, constitui uma questão ou um tema de administração pública e repercussão governamental, que não pode desmerecer a atenção e o interesse do poder público. Não é só o tumulto das cadeias com lideranças criminosas ativas nas suas articulações e ameaças, mas é, sobretudo, a falta de uma política penitenciária séria que o Governo Federal deveria estabelecer em todo o país, procurando se articular com os governos estaduais, como implicitamente quer as normas básicas da Constituição Brasileira.


Apesar da gravidade do fato, o que se colhe das notícias governamentais não são as medidas necessárias para superar a crise, mas apenas jargões políticos e ameaças do Governo contra a autonomia dos estados quando, na realidade, a questão não é só estadual, mas, sobretudo federal, por várias razões. Primeiro, que os estados necessitam de meios financeiros que o centralismo de Brasília há muito não leva a sério. E segundo, que a complexidade do quadro exige um enfrentamento de bases científico-sociais, com um planejamento amplo para o país de uma série de medidas a serem concretizadas. Há tempos, em contato com dirigentes penitenciários em Tóquio, no Japão, quando fui Secretário de Estado do Interior e Justiça de Minas Gerais, ouvi dos mesmos uma tese sobre o assunto que precisa ser um dos itens de reflexão. Segundo as autoridades japonesas, a questão básica da vida penitenciária se localiza na qualificação dos guardas, isto é, do profissional que mantém a ordem carcerária e sabe das suas obrigações e deveres diante do detento criminoso.


Em nosso país, pelo que se vê, essa temática é pouco mencionada e os rosários das lamentações dos familiares dos presos se multiplicam. Verifica-se, assim, que a ineficiência do Governo Federal diante da manutenção da ordem jurídica neste setor tende a se agravar. Fica claro que a burocracia poderosa, mas nefasta, que se alarga pelo país, cuida mais de si própria, com as inspirações do mensalão, do que com suas obrigações funcionais para enfrentar duros problemas.


Está claro aos olhos de qualquer pessoa de bom senso que o país vive hoje um ambiente de crise na ordem jurídica. Crescem os riscos de insegurança e cada vez mais o Governo ilude o povo com o palavrório saído das TVs e dos jornais. Mas a população já começa a perceber que não passam de mentiras bem planejadas, sem os efeitos anunciados e prometidos.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Governo sob perigosa situação

O país continua assistindo, em várias capitais e em cidades de populações maiores, situações generalizadas de perigo e de insegurança que inquietam as comunidades. Os tristes espetáculos que os noticiários nos mostram demonstram o descontentamento popular que invade todas as regiões, às vezes com conflitos de consequências malignas, muitas das vezes com manifestações ruidosas.

O país vive em clima de desordem e de generalizadas contestações, onde as minorias atuantes estimulam a maioria das pessoas que se concentram, sobretudo, nas ruas de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, dentre outras capitais. Tudo, porém, revela que uma minoria de indivíduos mascarados, denominados Black Bloc, comandam as atitudes de grupos que se concentram nas ruas.

Fica, no entanto, certa interrogação a respeito da liderança dos mascarados, o que nos leva a meditar: serão esses mascarados uma rede nacional contestatória bem articulada? Ou serão perigosas lideranças, fruto de revoltas e agitações puramente de sentido local? Ou, finalmente, um tipo de agitadores que comandam grupos populacionais contra atitudes momentâneas e isoladas, decorrentes de um mal estar ou revolta contra o estado, devido às coisas reinantes em todo país?

Sou daqueles que acham que predomina esta última hipótese, embora possa haver articulações parciais. Por outro lado, há os que temem o crescimento de uma onda de protestos contra o poder público em todo o Brasil, decorrente das deficiências governamentais na saúde, na educação e no transporte de pessoas e, sobretudo, em face das barreiras burocráticas que se distribuem por todas as portas das repartições governamentais, principalmente as federais.

A burocracia provoca desespero e indignação, pois, o governo não responde e nem explica uma série de decisões com gastos exagerados, além das obras públicas paralisadas e a indisciplina de muitos setores da segurança pública como, por exemplo, as interrupções nas rodovias e as greves do serviço público. 

É triste verificar as deficiências decisórias do governo federal. Tudo, porém, escondido do cenário de informações e dos meios de comunicação, que impedem o povo de saber as duras falhas da administração federal.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Novo quadro político-partidário


Indiscutivelmente, a coligação entre as forças políticas do Governador Eduardo Campos e da ex-senadora Marina Silva constitui acontecimento político de alta repercussão. 

Se fizermos uma análise do que poderá ocorrer no próximo ano, com as eleições presidenciais, chegamos à conclusão de que o importante fato político enfraquece a candidatura da presidente Dilma Rousseff e pouco ou nada afeta a candidatura de Aécio Neves.

O Nordeste e o Norte são áreas que deverão ser afetadas pela união do líder pernambucano com a liderança de Marina Silva somando, assim, poderosos eleitorados que, nas últimas eleições presidenciais, deram grande maioria a Dilma Rousseff, então candidata do PT.

Essa região teve enorme influência do presidente Lula, que transferiu seu poderio político para a presidente Dilma, mas que fica agora abalada com as duas poderosas forças políticas que se unem na região setentrional do país. É uma região em que o candidato do PSDB, nas últimas eleições, perdeu alto, para a candidata Dilma Rousseff. Esta, portanto, é que estará, agora, atingida politicamente numa base que foi majoritária para o PT.

Aécio Neves tem o apoio que cresce a olhos vistos nas regiões central e sul do país, que reúnem estados com pouco acesso às lideranças nordestinas. 

Por essas razões, julgamos que o citado acordo de tanta repercussão entre Eduardo Campos e Marina Silva pouco afetará a candidatura de Aécio Neves, mas afetará fortemente a campanha de Dilma Rousseff. 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Os escândalos continuam presentes no governo do PT

Os escândalos divulgados nos últimos dias, através das conhecidas operações da Polícia Federal, que envolvem a principal secretária do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, Rosemary Noronha, que vinha atuando de forma ilícita em São Paulo, constitui uma demonstração equivoca da atuação de um servido público. Grande parte do Partido Trabalhista (PT) se vincula as velhas irregularidades que estão sendo descobertas em todo o país. A atual presidente, Dilma Rousseff, tem sido dura com os envolvidos nos escândalos e tem afastado essas pessoas que são, comprovadamente, ligadas ao ex-presidente Lula.

Mas por outro lado, a presidenta não consegue se desligar, porque o cenário já fazia parte da sua vida política. Como ministra, muito prestigiada do ex-presidente Lula, deveria acompanhar ou pelo menos saber o que estava acontecendo dentro do governo e no Palácio do Planalto.

Vivemos realmente um momento grave na vida política nacional, mas de certa forma percebe-se um esforço por parte das autoridades governamentais em esconder, afastar dos noticiários essas façanhas tenebrosas de agentes administrativos que rodeavam o ex-presidente.

Rosemary Noronha era, indiscutivelmente, uma das principais, e talvez a mais importante secretária do ex-presidente Lula, e aparece assim, sendo irradiação de atividades que aí estão de fato, sob investigação não apenas da polícia, mas do próprio judiciário. Torcemos para que dias melhores para a vida pública brasileira venha recair sobre todo o país.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Pleito Municipal requer um reflexo a nível local e nacional

Aproximam-se o pleito eleitoral de outubro deste ano. Indiscutivelmente dois ângulos se destacam nessa movimentação política. O primeiro e mais importante é o ângulo local, em que os candidatos disputam os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. É neste se desenvolvem as maiores atividades políticas e geralmente cheias de emotividades.

Mas se há esse aspecto local, o que é básico, em uma eleição como essa, em que a televisão se expande por todo o país, os ângulos nacionais não são esquecidos, nem ignorados. De fato o país está atravessando um momento em que o PT, através de algumas alianças, e o PSDB, também com outras alianças, são os pontos que eu diria referenciais nessa grande disputa política que se espalha pelo país.

Há capitais, como o Rio de Janeiro, em que o pleito eleitoral está praticamente resolvido, com os partidos assumindo as suas respectivas posições, bem declaradas. Há em São Paulo, também, posições claras e tudo faz crer que a vitória do José Serra será certa. 

No Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a luta é grande. Na capital gaúcha o PT está enfraquecido, como vem ocorrendo em outras cidades da Região Sul. Em Belo Horizonte nós temos a candidatura de Márcio Lacerda, que foi indiscutivelmente um bom administrador e realizou trabalhos notáveis frente da municipalidade. Contra ele o candidato Patrus Ananias, que terá que se esforçar para conseguir êxito na sua campanha eleitoral.

De qualquer maneira, verifica-se que ao lado do ângulo local, as eleições hoje no Brasil, graças aos meios de comunicação, sobretudo a TV, adquirem um sentido nacional, que envolvem figures ilustres como o Senador Aécio Neves, José Serra, a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por isso é que o acompanhamento dessa disputa é muito significativa. É necessário que cada cidadão procure se politizar, no bom sentido da palavra, e votar naqueles que tem realmente feições e vigores democráticos e que se afastem das tendências autocráticas que infelizmente dominam o governo federal hoje no Brasil.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Governo Dilma tenta encontrar o caminho do progresso

Os acontecimentos políticos ocorridos no Brasil nos últimos dias nos levam a um cenário curioso, mas que desejamos ser promissor a favor do desenvolvimento de nossa Terra. O Ministro Antônio Palocci, ao ser afastado do governo, provocou uma crise. A Senadora Gleisi Hoffmann, filha de alemães, assumiu a alta responsabilidade e dificilmente vá superar os problemas.

A nossa ilustre presidenta, como sabemos, é filha de uma mineira casada com um búlgaro, tem personalidade forte e trabalhou em Minas Gerais. A Ministra Ideli Salvatti, cujos pais são calabreses, deverá desenvolver atividades complexas para resolver os problemas parlamentares.

Isso tudo mostra que o governo do PT/PMDB ainda não conseguiu alcançar as metas e as normalidades políticas e institucionais, tão necessárias para o país. Nós esperamos que os aspectos qualitativos, quer dizer, os atributos dos homens públicos que estão nos altos postos da Republica, saibam de fato, com sua inteligência e dedicação, vencer os nossos problemas e dar ao nosso povo momentos de paz e de progresso, que tantos necessitamos.