O
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou o convite da presidente Dilma
Rousseff e agora passa ser o novo Ministro da Casa Civil. Essa manobra é dada
pelo Partido dos Trabalhadores como uma importante carta tirada da manga para
impedir a abertura do processo de Impeachment, já dado como certo diante do
clamor popular. No último domingo, 13, foi registrado um ato histórico em prol
da democracia, com número de participantes que superou as manifestações das
Diretas Já em 1984, seis milhões de brasileiros, de Norte a Sul do país,
vestiram as cores da bandeira brasileira e saíram às ruas em protesto para
pedir o Impeachment de Dilma e a possível prisão do ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva. As denúncias de corrupção contra o ex-presidente Lula são
graves, os brasileiros querem uma explicação e cobram o fim da ineficiência do
governo que resultou nessa crise política e econômica rebaixando o nosso país à
fama de mal pagador. Dilma blindou Lula que deixa de ser investigado pelo
Ministério Público e foge do julgamento em primeira Instância, pois tem
processo. Essa nomeação de Lula para a Casa Civil apresenta três contradições:
a primeira, aquele que é o criador da Presidenta vira criatura dela,
tornando-se agora subordinado a sua antiga pupila, Dilma Rousseff. Geralmente,
o homem público que tem prerrogativas especiais para ser julgado pelo STF, foge
desta corte e busca a primeira instância, no caso, Lula procurou o inverso e
fugiu da primeira instância para ser julgado pelo STF. Por último, é de
esclarecer quando alguém é denunciado judicialmente, o acusado busca o apoio de
pessoas que podem melhorar a sua situação e se afastam daquelas que aumentam os
riscos da sua condenação. A Presidente Dilma está se aproximando daquele que é
repudiado por maioria do povo.
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quinta-feira, 17 de março de 2016
quinta-feira, 10 de março de 2016
As ruas, em 13 de março, serão tomadas em prol do Impeachment de Dilma
O Brasil está assistindo nestes últimos dias, o
crescimento da grave crise política que vem atormentando todos os brasileiros. Os
pontos fundamentais desses episódios que envergonham o país são os escândalos e
a corrupção do Partido dos Trabalhadores e do envolvimento do Governo de Dilma
Rousseff. Neste instante, se destacam os fatos ocorridos na semana passada, no
qual a Polícia Federal fez ação coercitiva contra o ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva, por esse ter negado comparecer para prestar esclarecimentos
sobre as informações que a justiça estava exigindo. O ex-presidente só prestou
depoimento aos órgãos judiciários, após ser escoltado. Indiscutivelmente, essa
detenção de Lula repercutiu em todo o país, não só, com o grupo daqueles que
aplaudiram essa iniciativa justa, legal e legítima, como também, perante
aqueles que são radicalizados e apaixonados por essa figura política. Esses
grupos ligados a esquerda não estão levando em conta os interesses do povo e
tão pouco estão preocupados com a grave crise que estamos enfrentando. Portanto,
devo dizer, nesta semana, que os veículos de comunicação revelaram fatos
políticos de alta gravidade que vêm repercutindo de modo geral e estão
provocando manifestações públicas contra o governo da presidente Dilma Rousseff,
que de maneira crescente está perdendo a sua autoridade perante o país. Segundo
dados divulgados pelo Instituto Datafolha, em fevereiro deste ano, a reprovação
ao governo Dilma Rousseff está em mais de 60%. Já a rejeição do ex-presidente
Lula atingiu 61% como foi revelado pela empresa Ibope. Os descontentamentos da
população perante a atual gestão estão indicados nos índices das pesquisas que
revelam a ineficiência da atual Gestão Administrativa, que vem provocando um
forte movimento, não só no Congresso Nacional mas, sobretudo, na opinião
pública que enxerga como única saída o “Impeachment”. Esse anseio popular está
organizado e ganhando influencia, pois no próximo domingo, 13, as pessoas estarão
nas ruas em uma grande manifestação para pedir a mudança de governo, a
população está repudiando a atual administração e espera com certeza, a
abertura do “Impeachment” e o afastamento da
presidente Dilma Rousseff do poder.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
O Escândalo da Petrobras
A situação nacional, à medida que se aproximam as eleições de outubro, vem oferecendo uma série de questões que não podem passar despercebidas da opinião pública. O Governo da Presidenta Dilma Rousseff tem se desdobrado em fatos graves, que infelizmente revelam o crescimento da onda de corrupção que predomina em toda a administração federal.
Os escândalos na área da Petrobras revelam que a nação não apenas assiste a um espetáculo danoso para a moralidade pública, mas, o que é mais sério, vinculam a primeira mandatária do país diretamente às decisões perigosas que enfraquecem a imagem brasileira na vida internacional.
A Presidenta claramente autorizou uma operação financeira da Petrobras, que constitui uma danosa providência para o erário público, prejudicando as finanças e a atuação econômica daquela importante instituição petrolífera. É espantosa a atitude dos Parlamentares que apoiam a Presidenta ao tentar impedir, pelas suas Lideranças, a implantação de uma Comissão de Inquérito a respeito daquela escandalosa ocorrência de negociações de compra de empresa no exterior, o que demonstra a tentativa de se esconder tal fato.
Por outro lado, é triste verificar que setores significativos dos meios de comunicação assumem uma atitude de omissão, não divulgando, como deviam, esse escândalo governamental. É preciso que os homens públicos, de um modo geral, não deixem de focalizar tema tão grave para esse momento brasileiro. Há necessidade de que matéria dessa natureza seja, obrigatoriamente, focalizada na mídia, de modo que se possa compreender os diversos aspectos da irregular transação petrolífera.
O Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, com a sua alta responsabilidade judicial, manifestou publicamente a necessidade de se estabelecer regras na área da comunicação midiológica, mesmo nos órgãos menores de publicidade, mostrando a interferência negativa que nesse espaço ocorre, com a influência do poder econômico e dos grupos de expressão financeira, que, indiscutivelmente, abrangem muitos órgãos governamentais.
A chamada “verdade” que a Presidência da República gosta de mencionar em relação ao passado que ela critica, é preciso existir, também, na análise dos acontecimentos malignos de hoje, como este da Petrobras, que foi concretizado com pleno conhecimento da nação.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Sucessões de escândalos mancham a vida política brasileira
Todo o país continua escandalizado em torno das ocorrências do chamado “Mensalão” que representa um momento triste na vida política brasileira. É curioso esse tipo de comportamento irregular e ilegal, que se alastrou dentro do governo ao ponto da presidente Dilma, ter que demitir agora uma antiga secretária do ex-presidente Lula e mais funcionários da Advocacia Geral da União.
Esses fatos revelam que a presidente Dilma está rodeada de problemas graves. E temos a certeza que foi o ex-presidente Lula que convocou essas pessoas duvidosas e de fato foram mantidas pela atual presidente, que agora enfrenta problemas sérios na vida governamental. Os nossos esforços é para que tudo se resolva e fique esclarecido. Esperamos que a vida política brasileira perca essas manchas deixadas por esses esquemas corruptos.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Sistema eleitoral contribui para surgimentos de casos como o Mensalão e o escândalo do Cachoeira
O grande problema político que atualmente recai sobre a vida parlamentar e também sobre o poder executivo é a questão envolvendo Carlinhos Cachoeira e seus atos ilegais. É curioso verificar que o caso Cachoeira e grupos de pessoas que o rodeiam, ou até mesmo aqueles que foram articulados pelas suas atividades ilícitas, nada mais é do que a reconstrução e o desdobramento das questões havidas no chamado “Mensalão”.
O caso Cachoeira nada mais é do que a continuação do “Mensalão” e decorre das mesmas influências que provocaram escândalos há algum tempo e que ainda estão no plenário do Supremo Tribunal Federal. Mas se formos fazer uma analise mais profunda do problema do Cachoeira e das suas atividades ilícitas, como também daquilo que rodeou o chamado escândalo do “Mensalão”, no governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva, verificamos que tudo tem suas raízes no processo eleitoral. O sistema eleitoral hoje adotado no país induz esse tipo de comportamento ilegal. Alguns candidatos se deixam levar pelas atitudes que podem ser encontradas no caso Cachoeira, embora grande número deles, sabem reagir contra tais ilegalidades.
Enquanto não se alterar o sistema eleitoral brasileiro que é na realidade uma técnica estranha, não teremos tranquilidade e nem tão pouco uma consolidação do processo democrático.
O sistema eleitoral brasileiro acarreta uma exigência muito elevada por parte dos candidatos no tocante aos gastos eleitorais e a própria movimentação na campanha política. Por isso é que me parece que a grande questão para solução do problema do caso Cachoeira e do “Mensalão” é a modificação do sistema eleitoral, pois o voto uninominal, indiscutivelmente provoca esse tipo de ocorrências ilícitas por parte de muitos que disputam as eleições.
O caminho será indiscutivelmente implantar o Sistema Distrital com três candidatos ou o Sistema de Listas, que muitos condenam, mas usado na maioria dos países desenvolvidos do Mundo Ocidental. Temos assim que buscar nas causas, os fatos para compreender o fenômeno Cachoeira e o Mensalão. Só depois de anularmos estas causas é que teremos assim um regime democrático rigoroso nos pleitos eleitorais.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Herança do governo Lula é responsável pela atual crise no país
A situação política brasileira revela um grande descompasso entre o governo da presidenta Dilma Rousseff e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Verifica-se que toda equipe, que estava dentro dos Ministérios do governo Lula, estão sendo afastados agora da administração de sua sucessora. Nunca houve no país uma ação tão rápida, para afastar Ministros, num prazo de tempo tão pequeno, como está ocorrendo com o atual governo da presidenta que dirige o país.
Há poucas semanas vários Ministros foram afastados e com eles muitos servidores dos mais altos escalões, apontados como pessoas de atitudes indevidas e contrarias aos dispositivos legais. Conclui-se, portanto que o governo Lula deixou uma herança ingrata, falha e perigosa, para a presidenta Dilma.
Quando ela fala na faxina, certamente ela está se dirigindo aos altos escalões da Republica que encontrou e com os quais ela está convivendo. Os desvios do dinheiro público, de fato, prejudicam todo o país, principalmente as camadas mais pobres da população.
No regime presidencialista o Presidente da Republica como chefe do poder executivo, é o responsável por todos os erros, falhas e por todas as decisões. Minha conclusão é no sentido de achar que as falhas do governo Lula estão sendo apontadas agora e a atitude da presidenta Dilma é de fato positiva na defesa dos interesses do país.
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