quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Processo eleitoral deve marcar o ano de 2018

À medida que se aproxima o processo eleitoral, todas as preocupações e interesses se voltam para o pleito e escolha dos futuros presidentes e governadores, além dos parlamentares.

É interessante verificar que embora ainda não consolidados, vários candidatos presidenciais estão sendo foco na imprensa. E os destaques são para os candidatos; Geraldo Alckmin, Luiz Inácio Lula da Silva (Lula) e Jair Bolsonaro. As tendências eleitorais realizam-se dentro dessas três concepções.

Indiscutivelmente, o candidato Geraldo Alckmin é o nome de maior aceitação, embora, haja, contra ele, forças estranhas que deviam estar ao seu lado de maneira firme, mas nos bastidores revelam atitudes infiéis e não apreciáveis.

A verdade, o candidato Geraldo Alckmin é a escolha de maior equilíbrio, sensatez, visão progressista e força ética.

Os outros candidatos Lula e Jair Bolsonaro, embora, tenham na população lideranças e força, além de possuírem articulação incontestável. Suas candidaturas têm pela frente obstáculos que dificultam o crescimento de suas respectivas campanhas.

Há, todavia, uma curiosidade em relação a esses dois candidatos, pois eles revelam tendências diferenciadas para a disputa eleitoral, baseada em um duro conflito, e por isto, vinculam seus nomes ao destino político, que está voltado para o embate e concorrência entre eles.

Se um desses nomes for impedido de disputar a eleição, automaticamente, o outro perderá força para a disputa. Essa situação se ocorrer, será por falta de impulso e desenvolvimento próprio dos embates das respectivas candidaturas.

Outros nomes que devem disputar a eleição presidencial, além desses três citados, podem surgir em face de fatos novos ou tendências inesperadas, que possam aparecer dentro do quadro político eleitoral para promover a grande competição da sucessão presidencial, que ocorrerá esse ano.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Conflitos isolados trazem insegurança para as nações

Atualmente, por mais que a pretensão é afastar a realidade brasileira dos conflitos, que ocorrem nos países de influência e projeção internacional, esse isolamento é algo difícil de ocorrer.

Verificamos, neste cenário, um exemplo, as atitudes do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump com seus pronunciamentos estranhos em face do cenário mundial. Esse tipo de posicionamento repercute em todos os países e também no Brasil.

Há insegurança, e generalizados problemas para a manutenção da ordem, o que assombram as antigas nações europeias, provocam instabilidade com o terrorismo e com embates pouco decifráveis, como é o caso do Irã, no Oriente Médio, o que constituem fatos de significação para análise da política mundial.

Outros episódios, também, devem ser avaliados, como o impasse da Venezuela e os diversos conflitos do mundo Árabe, inclusive, a disputa por território entre israelenses e palestinos. Esses fatos revelam um quadro internacional de desequilíbrio no âmbito mundial.

Todavia, a situação mais grave, dentro do ambiente das nações é o conflito da Coreia do Norte com os Estados Unidos, o que ameaça diretamente a própria paz mundial.

Esses acontecimentos da vida internacional repercutem na economia em face da insegurança que provocam dentro do cenário continental.

O Brasil na sua posição de segundo maior país das Américas, estrategicamente, superior ao próprio Canadá, vive consequências e perigosos problemas decorrentes desses conflitos.

Cumpre, portanto, ao governo brasileiro e, sobretudo aqueles que vão dirigir o país no próximo ano, uma atitude de reflexão e preparação para hipóteses perigosas, que podem recair sobre toda a humanidade.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

A esperança deve trazer a superação dos problemas em 2018

Ao término de 2017 e a proximidade do início de 2018, temos que voltar as nossas esperanças por melhores dias para o nosso povo, em face dos problemas diversos que vêm recaindo sobre o país.

Há poucos dias, os meios de comunicação divulgaram a triste realidade do analfabetismo no Brasil. Infelizmente, somos o nonagésimo país em nível de inferioridade nessa área, de maior significação para o desenvolvimento social.

O MEC não só no governo atual, assim como nos anteriores, não tem conseguido mergulhar nesta problemática e preocupado com as questões universitárias renega de maneira desprezível, o trabalho que deveria ter realizado para aumentar o índice de alfabetização no Brasil.

Verifica-se, que a falta de formação de professores do antigo normal superior, que existia entre nós com a melhor técnica educacional, atualmente, encontra-se com clara deficiência, o que vem resultando em sério desequilíbrio no ambiente de ensino dessa importante área da vida brasileira.

Assim, percebemos que houve queda das providências relativas à qualidade e manutenção do ensino fundamental.

Nota-se, portanto, que há necessidade de uma atenção mais qualificada por parte do MEC para esse setor, que é básico para a cultura de qualquer povo.

Outra área que também traz aflição aos brasileiros é a assistência à saúde. São inúmeras as reclamações contra o Sistema Único de Saúde (SUS), que não corresponde, o que se esperava dele, além de ter desestruturado os antigos modelos de saúde que existiam no país.

No campo político, há um conflito sério entre os poderes da República. Neste campo, podemos citar, a impertinente invasão do Judiciário e do Ministério Público e o judiciário nas atividades do Poder Legislativo e do próprio Executivo.

Parte do Ministério Público vem agitando o país com espetáculos que fazem o Judiciário, assumir ações políticas, que desprezam às normas da Constituição Federal, como nos casos contra os Deputados: Paulo Maluf, Celso Jacob e Rogério Marinho aqueles levados à prisão, e este atingindo nas suas garantias processuais.

Por outro lado, cumpre registrar o enorme esforço do presidente Michel Temer que, apoiado por uma equipe eficiente, tem conseguido algumas vitórias administrativas, inclusive, no campo econômico, alcançando um combate valoroso contra a inflação e os desvios da politica econômica, que recebeu do governo passado.

Já a futura campanha presidencial começa ter evidências, embora, há na verdade, apenas dois candidatos que estão atuando com repercussões, sendo eles; o deputado Jair Bolsonaro e o ex- presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Lula). Este último tem sobre a sua candidatura, o peso de decisões judiciais, que recaem nos seus ombros.

É evidente o significado do próximo ano para o destino do nosso país.

Esperamos com a ajuda de Deus superar em 2018 os males maiores que recaem sob o povo brasileiro.