quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Atitudes contrárias ao Regime Democrático

É curiosa a mentalidade petista que se irradiou pelo país sobretudo em algumas televisões levando ao povo notícias inteiramente inaceitáveis contra o presidente Jair Bolsonaro. No regime democrático eleito o Presidente da República ele passa a ser a cabeça ou o chefe da administração pública federal e todos aqueles setores que estão participando dessa área ficam subordinados ao Chefe de Estado porque ele é responsável perante o povo das ocorrências administrativas. Ainda agora o presidente Jair Bolsonaro de acordo com seu ponto de vista mudou o diretor do Instituto Nacional da Amazônia porque não estava agindo de acordo com as suas diretrizes e nem com seus pontos de vistas.

É lógico que o Presidente da República não pode ter dirigente de uma organização dessa importância e de repercussão internacional que não seja da sua confiança. Ele demitiu o Chefe do Instituto da Amazônia e publicamente revelou que não confiava nele que nem tão pouco das informações por ele conferidas. Ora esse é o bastante para que o Presidente da República tenha o direito de afastar essa pessoa e colocar no lugar dela outra de sua plena confiança.

Mais grave ainda é o caso da Polícia Federal. Este órgão é base para manutenção da ordem em todo o país, indiscutivelmente o mais relevante instrumento público da legalidade porque cabe a polícia federal através do seu comando acompanhar todos os fatos que atentam contra a ordem pública sobretudo contra os interesses do país, e os interesses do governo.

O Presidente da República nos seus plenos direitos administrativos resolveu afastar o Chefe da polícia federal porque esse órgão tem que ser ocupado por uma pessoa de inteira confiança do Presidente da República porque fundamental para a vida do país e o equilíbrio da ordem jurídica. Assim agiu o presidente Jair Bolsonaro dentro das suas competências e afastou o chefe de um importante setor da vida nacional que precisa ter ali um titular de plena confiança do Chefe do Executivo.

Aconteceu que o PT através da sua infiltração nastelevisões, nos jornais e em outros meios de comunicação promove, inclusive dentro da própria polícia federal, uma série de investidas contra o ato do Presidente da República. Ora é inconcebível, o Presidente da República ter um chefe da polícia federal que não seja da sua confiança. Quer dizer, só as pessoas insensatas e só os órgãos de comunicação que não tem um pingo de respeitos aos princípios legais, aos princípios jurídicos podem se opor a essa atitude do Presidente da República.

A maior técnica desses órgãos de comunicação é conhecida pois não tem “peito” como se diz na gíria para criticar o presidente. Sabem que isso é um absurdo mas o que fazem eles, arrigimentamsetores da opinião pública, as vezes inexpressivos e dão a esses setores uma importância muito grande para atingir o Presidente da República.

É preciso portanto, que todos aqueles que são democratas e que realmente aplaudem o regime político hoje no país reconheçam os três poderes da República o Executivo, no Legislativo e Judiciário cabendo ao Executivo a manutenção da ordem e a decisão das principais questões da administração pública. É preciso portanto reiterar aqui a necessidade dos democratas defenderem a Constituição, respeitando assim o Presidente, nas suas tarefas e as suas competências. É a lição da democracia.

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Política Internacional

A política internacional após a chamada Guerra Fria, em que os partidos comunistas do mundo inteiro iniciaram uma movimentação comandado por Moscou, provocando intranquilidade geral, nos leva há uma visão diferente no campo da diplomacia de hoje.

Há temas atualmente perigosos que se concentram sob um campo de choques e conflitos de repercussão mundial.

O movimento islâmico através das suas guerrilhas e atentados alteram o clima de equilíbrio no leste mundial e com o apoio de Cuba vem tentando também deturbar o mundo ocidental.

Na América do Sul, além de Cuba, enfrentamos agora as lamentáveis ocorrências da Venezuela com reflexos na política imigratória do Brasil, pois os venezuelanos correm da sua terra e estão buscando asilos em Roraima.

Este quadro que não é favorável ao equilíbrio político Sul Americano, vem provocando incertezas e insegurança em toda América do Sul onde os restos dos partidos comunistas e seus aliados, geralmente disfarçados, no que chamam democratas de esquerdas, criam situações nefastas inclusive de reflexo na economia.

Com a vitória na Argentina da presidenta Kirchner o dólar teve uma alta em todos os países Sul-Americanos porque todos sabem que o peronismo é um velho cumplice da comunização das Américas através de uma demagogia que disfarça a ação marxista no hemisfério.

Por essas razões são muito racionais e compreensíveis a fala do presidente Jair Bolsonaro temendo os efeitos da vitória de Kirchner no pais vizinho.

Bolsonaro de forma muito inteligente prevê a hipótese de ocorrer, embora de forma diferenciada, a correria de argentinos para o Sul do Brasil fugindo do quadro já conhecido de descalabros que a economia ali pode sofrer com o peronismo.

É do nosso entender louvável a atitude do presidente Jair Bolsonaro quando de forma clara e atualizada denuncia os avanços da tradição comunistas adaptável aos nossos dias que tantos malefícios trazem para o povo e para a democracia.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Política brasileira

A política brasileira nos dias atuais retrata-se de forma muito diferente do que ocorria há 30 anos. As lideranças políticas do passado se projetavam através dos partidos, dos poderes públicos submetidos à Constituição da República e aos meios de comunicação dominados pelas TVs, Jornais, Rádios e reuniões públicas.

Hoje, todavia, as mudanças e transformações no dia a dia nos fornecem outros panoramas. As lideranças políticas não estão mais nos partidos, pois estes vêm se enfraquecendo principalmente pelas deficiências do sistema eleitoral que praticamente dá mais forças aos candidatos do que aos órgãos partidários. A eleição de Jair Bolsonaro é uma demonstração da fraqueza dos partidos que hoje são substituídos, no menor tempo, por organizações partidárias fictícias que desaparecem de um dia para o outro. Atualmente os poderes públicos se desaliam em face da Constituição e a clássica separação dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário se perde em conflitos e na disputa de atribuições. Os fatos, hora a hora, são superados pela tecnologia que vem dando realce a chamadas redes sociais, formulações tecnológicas que se processam com rapidez e com aquisição de seguidores, conquistando em momentos o que se fazia em dias ou semanas.

O cidadão brasileiro das novas gerações vive assim um cenário desconhecido dos tempos passados e sob um certo tipo de insegurança que não existia em épocas anteriores.

Há por certo uma nova influência, por estas razões, da presença do povo em manifestações sem comandos, com aplausos ou críticas públicas em vários lugares ou tipos de cidades.

Em face de tudo isso, é de se concluir que vivemos uma fase de transição em que as antigas estruturas de manutenção da ordem e de direcionamento político, se descolam para as incertezas da inexistência dos partidos e dos conflitos dos poderes republicanos que se submetem, às vezes, a agressivas organizações populares ou de classes, a exemplo do que ocorreu com a greve dos caminhoneiros.

As lições da história revelam que as nações procuram sempre um equilíbrio interno para se fortalecer e permitir segurança e bem estar aos seus cidadãos.

É de se concluir, portanto, que novas estruturações políticas parciais ou totais surgirão em nosso país com novas formulações socioeconômicas que poderão dar outros caminhos ao País.

O presidente Jair Bolsonaro, com suas qualidades e deficiências governamentais, é parte dessa fase de transição que certamente se desdobrará no Brasil.