quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Situação política e social do Brasil

 O país atravessa uma série de problemas que necessitam de soluções significativas e análises para melhor compreensão dos diversos casos.
No campo social, com a nova legislação trabalhista, que entrou em vigor no dia 11 de novembro desse ano, e irá modificar as relações de trabalho. Essas alterações precisam ser bem entendidas para evitar conflitos que ainda perduram neste setor.
Já na política, a decisão da Câmera dos Deputados de rejeitar a denúncia contra o Presidente da República propicia certa estabilidade para a obra governamental, que tem sérios desafios a serem superados. No campo partidário, ao lado das pequenas alterações, em certos comportamentos partidários, provoca generalizada curiosidade e interesse político, a crise interna do PSDB.
O Senador Tasso Jereissati foi afastado pelo presidente licenciado do PSDB, Aécio Neves, que retomou a direção do partido. Diante dessa atitude, Jereissati reagiu com pronunciamento, onde divulgou que suas divergências com o político mineiro decorrem de atitudes éticas, deixando assim, sérias críticas contra o dirigente licenciado da agremiação.
Alguns jornais e noticiários telejornalísticos revelam os atritos existente dentro do partido, deixando, porém, muito claro, que a figura do governador Geraldo Alckmin tende a se fortalecer, o que será elemento básico para as articulações, que ocorrerão na próxima convenção do PSDB, de acordo com as decisões estatutárias.
 Por outro lado, o presidente Michel Temer continua reiterando a sua disposição de implantar reformas básicas para a vida do país. Nos seus pronunciamentos, o presidente revela a segura orientação que assumiu, e que merece de fato atenção especial dos brasileiros, nessa fase de generalizadas crises que atormentam o país.
Na realidade, os inquéritos e os procedimentos judiciais continuam provocando instabilidade na vida pública e figuras políticas conhecidas estão sendo alvo de duras acusações por atos governamentais de que participaram.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Crise nos partidos políticos atrasa o crescimento do país

Os acontecimentos políticos, após os últimos fatos de repercussão nacional, que resultaram na rejeição da segunda denúncia contra o Presidente Michel Temer, e estão trazendo momentos que exigem nossa atenção.
Atualmente, todos os partidos estão em crise. No PT há um conflito interno entre o grupo mais radical e o grupo menos radicalizado.
Já o PSDB apresenta problemas em todos os estados e está dividido em dois grupos. No qual, um grupo defende a oposição ao governo do Presidente Michel Temer e o outro considera que o governo atual merece respeito e deve ter o apoio necessário para aprovar medidas que pretende apresentar.
Verificamos, por tanto, que o quadro atual é cheio de questões complexas e que de fato vem dando ao país um novo encaminhamento, que vai influir no cenário político, do próximo ano, quando serão lançados os candidatos à Presidência da República.  
Cumpre, porém, destacar que ao lado desses fatos políticos, questões ligadas à manutenção da ordem pública, estão trazendo preocupações generalizadas, porque em várias partes do país, estamos assistindo tumultos e infrações legais da mais alta gravidade.
Como exemplo, temos o caso ocorrido no município de Uberaba, em Minas Gerais.  
O fato é um episódio desconhecido em nossa evolução política social, pois um grupo de mais de 30 pessoas armadas invadiram a cidade, anularam a atuação da polícia e assaltaram a empresa de valores Rodoban, localizada no bairro Boa Vista.
O assalto levou a cidade a um ambiente de inquietação e generalizada intranquilidade.
E esse é o quadro do Brasil de hoje, mas é de se esperar, que o Presidente Michel Temer e sua equipe de homens voltados para soluções dos problemas, possam de fato, vencer essas questões e trazer dias melhores para várias áreas da vida brasileira.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Relator Bonifácio de Andrada é alvo de notícia falsa

Os acontecimentos políticos que envolvem o relatório técnico do Deputado que foi apresentado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, em face da denúncia contra o Presidente da República provocou variadas manifestações, algumas delas, com o objetivo de pressionar o autor daquele documento.
Entre essas manifestações desaforáveis e inverídicas é de destacar a notícia do jornalista, Marcelo da Fonseca, publicada em 22 de outubro, no jornal “Estado de Minas”.
O jornal publicou na primeira página, uma acusação indevida dizendo que a Fundação Presidente Antônio Carlos (Fupac),e o deputado Bonifácio de Andrada teriam recebido R$ 11 milhões, de maneira irregular, referente ao pagamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), decorrente de convênios com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Essa assertiva é mentirosa, porque o que ocorre com a Fupac e com o dirigente citado, nada mais é, do que um procedimento legal de financiamento dos universitários, que requerem o benefício do Fies e cujos valores financeiros vão diretamente daquele Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para os alunos carentes.
Todas as faculdades e universidades do país recebem o benefício do Fies. E em hipótese alguma há desvios, pois o sistema e as modalidades que ajudam os alunos obedecem a um encaminhamento com duras exigências burocráticas.
A Fundação Presidente Antônio Carlos (Fupac) e os alunos favorecidos pelo Fies decorrem de convênios que não permitem qualquer espécie de fraude, nas suas providências administrativas, realizadas por esse programa de auxílio aos estudantes.

Por essas razões, a Fupac e aquele representante do povo vão exigir judicialmente visando às retificações necessárias, através de um processo judicial, visto que, a notícia maldosa, com intenção de desmoralização publicada no jornal “Estado de Minas”, pretendia pressionar o deputado relator da denúncia contra o Presidente da República.