quinta-feira, 23 de junho de 2016

União negocia para salvar os estados da crise

A gestão nula do Partido dos Trabalhadores (PT) frente a Presidência da República afundou o País em uma crise, nunca antes vista na história. O déficit orçamentário deixado pela Presidente Dilma Rousseff ao governo de Michel Temer foi de 170 bilhões de reais. Dados divulgados pela imprensa revelam que o governo de Dilma gastou 10% mais do que arrecadava, com conduta irresponsável gerenciou o Brasil e maquiou a situação das finanças, apresentando resultados positivos e divulgou mentiras na mídia, como a expansão dos programas sociais. É importante entender, as falhas administrativas originaram em efeito dominó do caos, com mais de 20 estados e o Distrito Federal devendo juntos cerca de R$ 427 bilhões à União. Nesta semana, no Palácio do Planalto, o presidente esteve reunido com governadores e suspendeu a dívida dos estados com a União até o final de 2016, o que significa, seis meses de carência. Esse acordo que prolonga as dívidas estaduais com a União por mais 20 anos, teve como contrapartida para ser fechado, a inserção dos estados na proposta enviada ao Congresso, que limita o aumento de gastos públicos a partir de 2017. Os ajustes que favorecerão os estados revelam o empenho de Michel Temer para organizar a economia, a política e outras áreas. Sabemos que o legado de Dilma Rousseff quase quebrou o País, e por isto, o parlamento e o povo reagiram e essa foi afastada do cargo. O esforço do presidente Michel Temer é visível, em pouco tempo, procurou colocar a casa em ordem, mas os problemas ainda são muitos. Com o afastamento definitivo de Dilma Rousseff, que está próximo de acontecer, o novo governo deve buscar estabilidade e alavancar o crescimento de setores fundamentais, que resultam na melhora da qualidade de vida dos brasileiros.

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